Há algumas coisas que são lindas demais para
serem descritas por palavras. É necessário admirá-las em silêncio para
apreciá-las em toda a sua plenitude. As grandes falas servem,
freqüentemente, para confundir ou doutrinar. Às vezes, o silêncio é mais
esclarecedor que um fluxo de palavras. Olhe para uma mãe diante do seu
filho no berço. Ele consegue muito bem tudo o que quer sem dizer nenhuma
palavra.
Na realidade, as palavras devem ser a
embalagem dos pensamentos. Não adianta fazer longos discursos para
expressar os sentimentos de seu coração. Um olhar diz muito mais que um
jorro de palavras. Na realidade, as palavras devem
ser a embalagem dos pensamentos. Não adianta fazer longos discursos
para expressar os sentimentos de seu coração. Um olhar diz muito mais
que um jorro de palavras.
Creio que, em sua grande sabedoria, a natureza
nos deu apenas uma língua e dois ouvidos para escutarmos mais e
falarmos menos. Se as palavras não são mais bonitas do que o silêncio,
então é preferível não dizer nada. Quanto mais o coração é grande e
generoso menos úteis são as palavras. É necessário lembrar do provérbio
dos filósofos: as verdadeiras palavras não são sempre bonitas e as palavras bonitas nem sempre são verdades.
As grandes mentes fazem com que, em poucas
palavras, muitas coisas sejam ouvidas. As mentes pequenas acham que têm,
pelo contrário, a concessão para falar e não dizer nada. Poucas
palavras são necessárias para expressar “eu gosto de você.” Portanto,
todas as outras que poderiam ser ditas são supérfluas... ...e não são
palavras curtas e fáceis de serem ditas. São aquelas que causam as
maiores conseqüências.
São necessários apenas dois anos para que o
ser humano aprenda a falar e toda uma vida para que ele aprenda a ficar
em silêncio. Ser comedido com as palavras é uma prova de profunda
sabedoria. Saber ouvir também.
sábado, 6 de julho de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
O quarto dedo
Dois pastores ingleses estavam passando as férias de verão nas belíssimas montanhas do País de Gales. Caminhando pelos campos, encontraram um menino, pastor de ovelhas, que estava apascentando o seu rebanho. Pensando na metáfora da obra do pastor de ovelhas, provocaram uma conversa com o pastorzinho. Descobriram que ele nada sabia de Deus, de Bíblia, de Cristo, o bom pastor, nem de igreja.Esforçaram-se por ensinar o Salmo 23. Para facilitar a memorização, sugeriram associar cada um dos versículos com um dos dedos da mão direita.
Assim, ao dizer cada versículo, o menino seguraria, com os dedos da mão esquerda, os dedos correspondentes aos versículos.
Fim das férias, os pastores foram embora e rapidamente se esqueceram do episódio.
No verão seguinte, voltaram. Caminhando pela redondeza, um dia pararam na sede de uma fazenda para solicitarem um copo de água. Enquanto a atendente estava buscando a água, ficaram observando um retrato colocado sobre a lareira.
Quando a senhora chegou com a água, um deles comentou que aquele jovem da foto se parecia com alguém que eles conheceram. A senhora disse ser isso impossível pois que aquele era seu filho, morto no último inverno em meio a uma tempestade de neve. Morrera procurando uma ovelha extraviada.
Um dos pastores se lembrou do encontro do verão anterior e o comentou com a mãe. Esta, manifestando interesse, comentou:
- Há uma coisa que talvez vocês possam me explicar então. Ao ser encontrado, vimos que o corpo dele havia caída num precipício e estava congelado. Mas os dedos de sua mão direita seguravam firmemente o quarto dedo de sua mão esquerda.
E vocês sabem qual é o versículo correspondente ao quarto dedo?
"Ainda que eu ande pelo vale da sombra e da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo, e a tua vara e o teu cajado me consolam. " Salmo 23.4
Deus nunca nos deixa, mesmo que as situações de nossa vida sejam desfavoráveis.
- Eu estou contigo, te tomo pela tua mão direita e te digo: Eu te ajudo.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Infinitos caminhos podem levar ao mesmo lugar
Quando eu era criança, meu pai me levou até um morro da cidade de Santos, onde
cresci. Lá de cima pude observar a praia de um lado, o centro da cidade de
outro, o bairro onde morávamos e vários outros lugares bonitos.
Feliz por estar
ali, perguntei a meu pai por que viemos por um determinado caminho. Ele
respondeu: “simplesmente porque escolhemos este caminho”.
Insistente, questionei se o caminho escolhido era melhor do que os outros. Meu pai, então, explicou que para nós, era o melhor caminho; mas para pessoas que vivem em outro lugar da cidade o melhor caminho era outro.
Insistente, questionei se o caminho escolhido era melhor do que os outros. Meu pai, então, explicou que para nós, era o melhor caminho; mas para pessoas que vivem em outro lugar da cidade o melhor caminho era outro.
Naquele dia aprendi
que existem diversos caminhos para se chegar ao mesmo lugar. E que não existe um
caminho ideal para todo mundo; isso depende de onde cada um está.
Por isso sofremos quando pretendemos ser donos da verdade. Achamos que nosso caminho é o único possível, inclusive para os outros. Não percebemos que cada pessoa vem de um lugar diferente.
O caminho que para um é curto e agradável, para outro não tem lógica, é demorado e cansativo... Por isso, nunca esqueça: os caminhos são tão diferentes quanto o número de pessoas que existem no planeta!
AUTOR DESCONHECIDO
Por isso sofremos quando pretendemos ser donos da verdade. Achamos que nosso caminho é o único possível, inclusive para os outros. Não percebemos que cada pessoa vem de um lugar diferente.
O caminho que para um é curto e agradável, para outro não tem lógica, é demorado e cansativo... Por isso, nunca esqueça: os caminhos são tão diferentes quanto o número de pessoas que existem no planeta!
AUTOR DESCONHECIDO
quarta-feira, 3 de julho de 2013
O que trazemos e o que levamos...
Você vem ao
mundo sem coisa alguma. Assim, uma coisa é certa: nada lhe
pertence.
Você vem absolutamente despido, porém com ilusões.
É por isso que toda criança nasce com as mãos fechadas, cerradas, acreditando
que está trazendo tesouros, e aqueles punhos estão vazios.
E todos morrem com as mãos abertas.
Tente morrer com as mãos cerradas, até o momento ninguém conseguiu.
Ou tente nascer com as mãos abertas, ninguém conseguiu também.
Nada lhe pertence, então você está preocupado com qual insegurança? Nada pode ser roubado, nada pode ser tirado de você.
Nada lhe pertence, então você está preocupado com qual insegurança? Nada pode ser roubado, nada pode ser tirado de você.
Tudo o que você está usando pertence ao mundo. E um dia você terá que deixar tudo aqui.
Você não será capaz de levar coisa alguma com você.
“Será que estou no caminho certo?”
As indicações de que você está no caminho certo são muito simples:
a) Suas tensões começam a desaparecer.
b) Você fica mais e mais senhor de si. Mais e mais calmo.
c) Encontrará beleza em coisas que jamais concebeu pudessem ser belas.
d) As menores coisas começarão a ter imenso significado.
e) O mundo inteiro se tornará mais e mais misterioso a cada dia.
f) Você se tornará menos e menos culto e mais e mais inocente como uma criança correndo atrás de borboletas, ou pegando conchas do mar numa praia.
g) Você sentirá a vida não como um problema, mas como uma dádiva, uma benção, uma graça.
a) Suas tensões começam a desaparecer.
b) Você fica mais e mais senhor de si. Mais e mais calmo.
c) Encontrará beleza em coisas que jamais concebeu pudessem ser belas.
d) As menores coisas começarão a ter imenso significado.
e) O mundo inteiro se tornará mais e mais misterioso a cada dia.
f) Você se tornará menos e menos culto e mais e mais inocente como uma criança correndo atrás de borboletas, ou pegando conchas do mar numa praia.
g) Você sentirá a vida não como um problema, mas como uma dádiva, uma benção, uma graça.
Essas indicações crescerão continuamente se você estiver na pista certa.
Baste-se! Não dependa de nada para ser feliz.
Você tem a VIDA!
terça-feira, 2 de julho de 2013
Medidas e desmedidas
Nem sempre sei onde encontrar o equilíbrio para o bem-viver.
Aprendemos que devemos viver hoje sem pensar no amanhã, mas que tudo tem o seu tempo certo. Alguns dizem que cada minuto é único, insubstituível e irrecuperável e outros que um minuto pode conter toda uma eternidade.
Nos encontramos assim nesse vão de não querer tomar decisões precipitadas e não deixar o tempo passar sem ter aproveitado tudo e o máximo que podemos.
Não existem medidas na vida. Tudo parece uma grande incógnita e o sentimento de arrependimento de ter feito e do não ter feito são dolorosos da mesma forma. Se voltássemos atrás para tomar outras decisões, teríamos certamente outros tipos de pensamentos e arrependimentos. Não sabemos guiar a vida, apenas acolhê-la.
A vida é imprevisível! Imprevisíveis são as consequências das decisões que tomamos e das que prorrogamos.
Reconhecer os próprios erros, assumi-los e aprender a gerenciá-los é sinal de sabedoria e maturidade.
Magoar-se contínua e intencionalmente porque pegou-se caminhos errados é uma agressão desnecessária contra o próprio eu. O sofrimento não diminui a pena.
O importante é olhar para a frente, assumir a vida como um todo, viver as dores como um mal passageiro e as alegrias como se pudessem durar toda a eternidade.
Ninguém está isento das pedras, dos caminhos tortuosos, mas também não do nascer e do pôr-do sol, dos campos floridos e dos momentos de felicidade que fatalmente chegam.
A vida nos pertence num todo, com as suas medidas e desmedidas!
E Deus não vê o que fizemos ou deixamos de fazer, Ele não nos condena continuamente. Ele vê os propósitos do nosso coração, a nossa vontade de ser e fazer melhor, a nossa busca, mesmo se por caminhos sinuosos, da felicidade.
E Ele reconstrói nosso coração, tal qual um oleiro amoroso do seu trabalho.
As pessoas que crêem nessas verdades não deixarão de se ajoelhar e não impedirão as lágrimas, mas terão, no fim da estrada, a sensação de terem extraído todo o néctar da vida e descansarão, saciadas.
Letícia Thompson
Aprendemos que devemos viver hoje sem pensar no amanhã, mas que tudo tem o seu tempo certo. Alguns dizem que cada minuto é único, insubstituível e irrecuperável e outros que um minuto pode conter toda uma eternidade.
Nos encontramos assim nesse vão de não querer tomar decisões precipitadas e não deixar o tempo passar sem ter aproveitado tudo e o máximo que podemos.
Não existem medidas na vida. Tudo parece uma grande incógnita e o sentimento de arrependimento de ter feito e do não ter feito são dolorosos da mesma forma. Se voltássemos atrás para tomar outras decisões, teríamos certamente outros tipos de pensamentos e arrependimentos. Não sabemos guiar a vida, apenas acolhê-la.
A vida é imprevisível! Imprevisíveis são as consequências das decisões que tomamos e das que prorrogamos.
Reconhecer os próprios erros, assumi-los e aprender a gerenciá-los é sinal de sabedoria e maturidade.
Magoar-se contínua e intencionalmente porque pegou-se caminhos errados é uma agressão desnecessária contra o próprio eu. O sofrimento não diminui a pena.
O importante é olhar para a frente, assumir a vida como um todo, viver as dores como um mal passageiro e as alegrias como se pudessem durar toda a eternidade.
Ninguém está isento das pedras, dos caminhos tortuosos, mas também não do nascer e do pôr-do sol, dos campos floridos e dos momentos de felicidade que fatalmente chegam.
A vida nos pertence num todo, com as suas medidas e desmedidas!
E Deus não vê o que fizemos ou deixamos de fazer, Ele não nos condena continuamente. Ele vê os propósitos do nosso coração, a nossa vontade de ser e fazer melhor, a nossa busca, mesmo se por caminhos sinuosos, da felicidade.
E Ele reconstrói nosso coração, tal qual um oleiro amoroso do seu trabalho.
As pessoas que crêem nessas verdades não deixarão de se ajoelhar e não impedirão as lágrimas, mas terão, no fim da estrada, a sensação de terem extraído todo o néctar da vida e descansarão, saciadas.
Letícia Thompson
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Tudo Passará
Os dias de dificuldades, parecem ser eternos, representam que não terminam nunca.
Mas cá pra nos passam sim, entre altos e baixo, como também os dias de alegrias, não permaneceram infinitos, mesmo porque tudo passa...
Devemos na verdade é procurar nos melhorar sempre, constantemente sem procurar atalhos para desviarmos dos problemas..
Certo dia algumas pessoas de um vilarejo foram avisadas pelo sábio que os orientava que deveriam se preparar para deixar aquele local onde viviam e seguir para outro lugar que possuía melhores condições..
No outro dia todos acordaram cedo e se prepararam para viajarem até o local que lhes estava reservado,muito melhor daquele em que se encontravam no momento,
Mas há um detalhe disse o sábio, - todos deverão levar uma cruz, semelhante a que Jesus carregou no momento de sua crucificação..
Ninguém entendeu nada mas enfim vamos cumprir a determinação, .. e assim andaram muito até que alguns já exaustos começaram a se sentar para tomar fôlego..
Como muitas vezes a pretexto de dificuldades procuramos atalhos nem sempre bons, alguns começaram a diminuir o comprimento de suas cruzes para diminuir o seu peso,..e assim o fizeram..
E sempre que tinham uma oportunidade iam logo diminuindo o comprimento da cruz e o seu peso ia se tornando mais leve..
Pois bem, quando estavam no alto da colina, depararam com um vão livre muito largo, que somente seria possível passar se fosse feito uma ponte..
O sábio se aproxima e diz..- Agora cada um coloca sua cruz e passa por cima dela tranquilamente para o outro lado... pois todos saíram de lá com o comprimento necessário para superar este obstáculo..
Moral da história: .. - Cada um tem a cruz que precisa, portanto não tente encurtá-la, pois lá na frente pode te fazer falta... As vezes vc é feliz e não sabe..
Segue a vida sempre oportuna e maravilhosa
Mas cá pra nos passam sim, entre altos e baixo, como também os dias de alegrias, não permaneceram infinitos, mesmo porque tudo passa...
Devemos na verdade é procurar nos melhorar sempre, constantemente sem procurar atalhos para desviarmos dos problemas..
Certo dia algumas pessoas de um vilarejo foram avisadas pelo sábio que os orientava que deveriam se preparar para deixar aquele local onde viviam e seguir para outro lugar que possuía melhores condições..
No outro dia todos acordaram cedo e se prepararam para viajarem até o local que lhes estava reservado,muito melhor daquele em que se encontravam no momento,
Mas há um detalhe disse o sábio, - todos deverão levar uma cruz, semelhante a que Jesus carregou no momento de sua crucificação..
Ninguém entendeu nada mas enfim vamos cumprir a determinação, .. e assim andaram muito até que alguns já exaustos começaram a se sentar para tomar fôlego..
Como muitas vezes a pretexto de dificuldades procuramos atalhos nem sempre bons, alguns começaram a diminuir o comprimento de suas cruzes para diminuir o seu peso,..e assim o fizeram..
E sempre que tinham uma oportunidade iam logo diminuindo o comprimento da cruz e o seu peso ia se tornando mais leve..
Pois bem, quando estavam no alto da colina, depararam com um vão livre muito largo, que somente seria possível passar se fosse feito uma ponte..
O sábio se aproxima e diz..- Agora cada um coloca sua cruz e passa por cima dela tranquilamente para o outro lado... pois todos saíram de lá com o comprimento necessário para superar este obstáculo..
Moral da história: .. - Cada um tem a cruz que precisa, portanto não tente encurtá-la, pois lá na frente pode te fazer falta... As vezes vc é feliz e não sabe..
Segue a vida sempre oportuna e maravilhosa
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