quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Paz


Nunca uma pequena palavra e com poucas letras, mexeu tanto com a cabeça dos habitantes deste lindo planeta azul… PAZ…
Se olharmos através da máquina do tempo, veremos que esta palavra é perseguida implacavelmente, e muitas vezes mal interpretada por vários povos e nações.
Para que ela funcione perfeitamente, é preciso que nós seres humanos, comecemos a abrir mão de poderes sem muito sentido.
A paz só acontecerá de verdade quando diminuirmos as nossas diferenças, quando falarmos a mesma língua, quando abrirmos mão do individualismo e pensarmos no todo.
Nesta linda viagem não estamos sozinhos…
Aproveite estes novos tempos de reflexão e dedique alguns minutos desta semana para rezar pela paz.

Quando o consciente coletivo da humanidade se reúne para uma grande conquista, torna-se verdadeiro o lindo sonho de viver em harmonia e próspero em paz.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Ser humilde é ser sábio



Em todas as pessoas sábias, a humildade está presente. Poucos são os valores tão importantes como esse. É que ser humilde é saber viver de acordo com os maiores princípios do humanismo.
Independentemente de tudo que você anseia, de todos seus sonhos, a batalha e a vontade não são nunca suficientes. Saber ser modesto, justo e, acima de tudo, humilde é conhecer o caminho para seus objetivos. 


Não me refiro a ser humilde à força. Por obrigação soa sempre mal, soa a falsidade. É muito importante conhecer a humildade verdadeira, e aí meu caro, você encontrará a sabedoria porque ambas caminham juntas e nunca se anulam.
 

A modéstia e a simplicidade são irmãs da humildade, e quando ligadas, elas são essenciais para a gente tratar o próximo com a dignidade que ele merece. Quem vive dessa forma é um sabedor da vida e do Homem. É um sábio porque nunca vai passar por cima de valores como o respeito e atenção para ele mesmo e para com seu semelhante.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Acusação prejudicial


            

Por vários anos a empregada vinha sendo considerada eficiente, honesta e digna de confiança. Certa tarde, o patrão comunicou que iria receber a visita de um amigo para o jantar e pediu a ela que preparasse dois galetos, arroz e uma boa salada.

A moça preparou os frangos muito bem, fez a salada e o arroz. Quando os galetos começaram a dourar, ela o avisou que tudo estava pronto e indagou se já podia servir a mesa.
- Ainda não, o meu amigo não chegou; é melhor retirar os frangos por um pouco e mais tarde volte-os para esquentar.

Voltando aos galetos, em pouco tempo eles estariam prontos e a moça achou que não teria problema algum experimentar um pedaço bem ao jeito do patrão. Tomou um aperitivo e comeu as asas. Não aparecendo ninguém, ela tomou outro aperitivo e comeu outros pedaços, até que nessa intercalação acabou por comer os dois galetos inteiros.

Chega o patrão e manda servir a mesa, enquanto ele afiaria uma faca para cortar o assado.

A empregada, em pânico, procurava uma idéia salvadora para se justificar e ainda garantir seu emprego... Toca a campainha. Era o convidado que chegava para o jantar. Foi nesse momento que a brilhante idéia explodiu:
- Olha, acho bom o senhor nem entrar porque o patrão lhe armou uma cilada. Veja só como ele está afiando uma faca para lhe tirar a vida...

Vendo-o, realmente, afiando a faca lá no interior da casa, o amigo não conseguia acreditar na informação, porém, as evidências comprovavam aquilo que a moça dizia. Saiu em disparada. Nisso, a empregada volta e vai até onde se encontrava o patrão e, com ares de susto, lhe diz friamente:

- Patrão, o seu convidado é de fato seu amigo? Faço esta pergunta porque nem consigo crer no que acabo de constatar... ele acaba de fazer uma coisa imperdoável! Imagine o senhor que ele chegou e eu o fiz entrar, mas enquanto me voltei para concluir minha tarefa, ele saiu correndo porta afora, carregando a travessa que continha os dois galetos!

- Olha aqui: você tem certeza que ele fez mesmo isso? Não há qualquer possibilidade de engano? Ele é meu amigo há muitos anos e eu sempre depositei nele a mais completa confiança. Muitas outras vezes ele já tomou refeições aqui em casa e nunca fez nada que desabonasse a sua conduta...

- Pois é, patrão, mas há sempre uma primeira vez. Se o senhor está duvidando, é só conferir... Cadê os dois galetos?

Esta história é muito simples, mas retrata um fato tão comum no nosso cotidiano. "Colocar a culpa no outro" E o pior é que os outros acreditam. Quantas pessoas são prejudicadas por causa disso?

É incrível notar como o ser humano, para se defender de um erro, é capaz de envolver terceiros, sem se importar com o que possa lhes acontecer.

Realmente, quantas intrigas, inimizades, acusações prejudiciais têm acontecido injustamente por causa de envolvimentos dessa natureza.

sábado, 10 de outubro de 2015

Uma Vida Humilde



As pessoas humildes são as mais fortes, porque elas sabem que ainda precisam aprender muito, lutar muito, estudar muito, suar muito para conseguir alcançar o que desejam.
 

O humilde não se vangloria quando conquista uma vitória, pois ele sabe que fazer isso é deixar a porta aberta para a inveja e para o fracasso.
 

Viver de forma humilde é a maneira mais sábia de todas, porque a humildade nos ensina a aceitar os altos e baixos da vida, e que na realidade, apesar de todas as diferenças, ninguém é melhor do que ninguém.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Mãe desnecessária


A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo. Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase e ela sempre me soou estranha. Até agora. Agora que minha filha adolescente, aos quase 18 anos, começa a dar vôos-solo. Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara. Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar o que significa isso. Ser ‘desnecessária’ é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para
traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e
cometer os próprios erros também.

A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho. Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida.
Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe – solidários – criam filhos para serem livres. Esse
é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser ‘desnecessários’, nos transformamos em porto seguro para quando eles
decidirem atracar.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Espero que você seja... renovador

      Amigos, em todas as épocas da História houve pessoas que afirmavam peremptoriamente que nada mais de novo havia para ser criado e inventado, que nada de novo havia para surgir quanto a teorias econômicas e sociais, e que o mundo já havia alcançado o seu clímax, passando daí em diante a entrar em seu ocaso.

Por incrível que pareça, até hoje há pessoas assim, inclusive entre grandes cientistas, sociólogos, historiadores, economistas, etc. Afirmam que chegamos ao fim da História e que não há mais campo para criação e inovação.

Pobres almas essas! O ser humano é possuidor de uma capacidade infinita de se reinventar, de criar, de planejar e descobrir novas coisas. Estamos apenas no início de nossa caminhada.

A Humanidade vai continuar se surpreendendo com invenções e descobertas incríveis, as pessoas vão descortinar caminhos novos em todos os ramos da ciência e da filosofia, da tecnologia e da religião, enfim, de todos os ramos do conhecimento.

Existir é sinônimo de crescer e ampliar nossos horizontes. Por isso, sejamos renovadores, jamais acomodados com o presente, achando que nada mais a acrescentar em nossa existência.

Os renovadores são os grandes construtores do futuro, pois sonham sem ilusão e edificam sem medo. Renovar nossas trilhas e nossas idéias é papel para as grandes almas, que não admitem uma visão tacanha do mundo.

Optemos entre sermos frágeis, medrosos e conformados, esperando o tempo passar, ou sermos fortes, decididos e renovadores, transformando o futuro radioso em presente.


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

É triste dizer adeus




É triste dizer adeus, mas às vezes é necessário. Não podemos prender a nós definitivamente as pessoas que amamos para suprir nossa necessidade de afeto. O amor que ama, aprende a libertar.
Procuramos ganhar tempo para tudo na vida. Mas a vida, quando chega no próprio limite, despede-se e é esse último adeus que é difícil de compreender e, mais ainda, aceitar.
Possuímos um conceito errado do amor. Amar seria, no seu total significado, colocar a felicidade do outro acima de tudo, mas na realidade é a nossa felicidade que levamos em consideração. Queremos os que amamos perto de nós porque isso nos completa, nos deixa bem e seguros. E aceitar que nos deixem é a mais difícil de todas as coisas.
Não dizemos sempre que queremos partir antes de todos os que amamos? Isso é para evitar nosso próprio sofrimento, nossa própria desolação. É o amor na sua forma egoísta.
Aceitar um adeus definitivo é uma luta. Se as perdas acontecem cedo demais ou de forma inesperada, o sentimento de desamparo é muito maior e a dor mais prolongada. É o incompreensível casando-se com o inaceitável e o tudo rasgando a alma. Essas dores poderão se acalmar, mas nunca se apagarão.
Mas quando a vida chega ao final depois de primaveras e primaveras e outonos e mais outonos, nada mais justo que o repouso e aceitar a partida é uma forma de dizer ao outro que o amamos, apesar da falta que vai fazer.
Não podemos prender as pessoas a nós para ter a oportunidade de dizer tudo o que queremos ou fazer tudo o que podemos por elas. De qualquer forma, depois que se forem, sempre nos perguntaremos se não poderíamos ter dito ou feito algo mais. Mas essas questões são inúteis.
O amor que ama integralmente não quer ver o outro sofrer e ele abre mão dos próprios sentimentos para que o destino se cumpra, para que a vida siga seu curso.
As dores do adeus são as mais profundas de todas. Mas elas também amenizam-se com o tempo e um dia, sem culpa, voltamos a sorrir, voltamos a abrir a janela e descobrimos novamente o arco-íris da vida.
Depois da tempestade descobrimos um dia novo e o sol brilha de maneira diferente. E talvez seja assim que aprendemos a dar valor à vida, aos que nos cercam; aprendemos a viver de forma a não ter arrependimentos depois e aproveitar ainda mais cada segundo vivido em companhia daqueles que nosso coração ama.

Letícia Thompson

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Como sobrevivemos?

       
Olhando para trás, é duro crer que estejamos vivos até hoje. Nós viajávamos em carros sem cintos de segurança ou air bag. Não tivemos nenhuma tampa à prova de crianças em vidros de remédios, portas, ou armários e andávamos de bicicleta sem capacete, sem contar que
pedíamos carona.

Bebíamos água direto da mangueira e nos riachos, e não da garrafa, em copos descartáveis. Nós gastamos horas construindo nossos carrinhos de rolimã para descer ladeira abaixo, e só então descobríamos que tínhamos esquecido dos freios. Depois de colidir com algumas árvores, aprendemos a resolver o problema.

Saíamos de casa pela manhã e brincávamos o dia inteiro, só voltando quando se acendiam as luzes da rua. Ninguém podia nos localizar.
Não havia telefone celular.

Nós quebramos ossos e dentes, e não havia nenhuma lei para punir os culpados. Eram acidentes. Ninguém para culpar e processar, só a nós mesmos.

Nós tivemos brigas e esmurramos uns aos outros e aprendemos a superar isto. A amizade continuava a mesma...

Nós comemos doces e bebemos refrigerantes, mas não éramos obesos. Estávamos sempre ao ar livre, correndo e brincando. Compartilhamos garrafas de refrigerante, e ninguém morreu por causa disso. Não tivemos Playstations, Nintendo 64, vídeo games, 99 canais a cabo, filmes em vídeo, soundsurround, celular, computadores ou Internet.

Nós tivemos amigos. Nós saíamos, e os encontrávamos. Íamos de bicicleta ou caminhávamos até a casa deles e batíamos à porta. Imagine tal coisa! Sem pedir permissão aos pais... por nós mesmos! Lá fora, no mundo cruel! Sem nenhum responsável! Como fizemos isso?

Nós corremos, brincamos e inventamos jogos com varas e bolas improvisadas, apanhamos do chão e comemos frutas caídas e, embora nos tenham dito que aconteceria, nunca passamos mal, tivemos dor-de-barriga para sempre, ou uma contaminação fatal!

Nos jogos da escola, nem todo o mundo fazia parte do time. Os que não fizeram, tiveram que aprender a lidar com a frustração...

Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros. Eles repetiam o ano... Que horror! Não inventavam testes extras nem aprovação automática. Éramos responsáveis por nossas ações e arcávamos com as conseqüências. Não havia ninguém que pudesse resolver por nós. A idéia de um pai nos protegendo, se desrespeitássemos alguma lei, era inadmissível! Nossos pais protegiam mais as leis do que a nós! Imagine!

Nossa geração produziu alguns dos melhores enfrentadores de risco, negociadores de soluções, criadores e inventores! Os últimos 40 anos foram uma explosão descomunal de inovações e novas idéias. Foi o resplendor da criatividade humana... Foi a verdadeira Renascença da humanidade! Tivemos liberdade, fracasso, sucesso, responsabilidade, histórias pra contar e aprendemos a lidar com tudo isso... a VIVER, enfim!

Se você é um deles. Parabéns! Sorte dos que tiveram oportunidade de crescer como crianças...


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Faces do amor

            
O amor tem muitas faces. As faces que vemos mais freqüentemente são aquelas da paixão e do romance. Nós falamos em estar apaixonados e sentimos, também, aquele friozinho na barriga como se estivéssemos em queda livre. Mas a face de amor que eu mais aprecio não é aquela romântica, mas sim a face da devoção.

Eu vejo isto naquele casal à mesa para o jantar tendo mais uma discordância. Para assombro das crianças, o pai salta da cadeira, agarra duas folhas de papel, e diz para sua esposa, - Vamos fazer uma lista de tudo aquilo que não gostamos no outro.

Ela concordou e começou a escrever. Ele, enquanto isso, sentado e carrancudo. Ela olha para cima, pensativa e ele começa a escrever.Enquanto ela continua listando reclamações, ele olha fixamente para ela.

Novamente, enquanto ela olha pensativa para cima ele se põe a escrever no papel. Ele pára para observá-la, e todas as vezes em que capta seu olhar, ele novamente se põe a escrever.

Finalmente terminam.

- Vamos trocar as reclamações, ele disse. E entregam, um ao outro, as suas listas.
Ela dá uma olhada em sua folha e suplica,
- Dê a minha de volta!

Em toda a sua folha ele tinha escrito: "Eu te amo, eu te amo, eu te amo". Suas crianças sempre se lembrarão daquele momento com humor e carinho.
Tanto quanto aprecio o romance, é de uma devoção decidida que eu mais preciso.

Eu gosto daquele amor que diz,
- Estarei contigo para o que der e vier!

É uma face do amor que pode ser freqüentemente vista entre pais e entre avós, entre muitos cônjuges, e até entre bons amigos. E é nesta face que, quando eu olho atentamente e perto o suficiente, que eu posso ver a face de Deus.

Se você não observou esta face do amor ultimamente, olhe bem de pertinho. Você ficará surpreso quando a encontrar!.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

TUDO VAI PASSAR



Eles vão crescer e dispensar nosso colo.
Vai chegar a fase em que os amigos serão mais importantes que os pais.
Que nossas demonstrações de afeto serão consideradas um grande mico.
Que em vez de torcemos para que eles durmam, torceremos pra que cheguem logo em casa.
Que não se interessarão pelos velhos brinquedos.
Que o alvoroço na hora do almoço, dará lugar a calmaria.
Que os programas em família serão menos atrativos que o churrasco com a turma.
Que dirão coisas tão maduras que nosso coração irá se apertar. Que começaremos a rezar com muito mais freqüência.
Que morreremos de saudade de nossos bebês crescidos.

Por isso, viva o agora. Releve as birras. Conte até 10. Faça cócegas. Conte histórias. Dê abraços de urso. Deite ao lado deles na cama. Abrace-os quando tiverem medo. Beije os machucados. Solte pipa. Brinque de boneca. Faça gols. Comemorem. Divirtam-se. Acorde cedo aos domingos pra aproveitar mais o dia. Rezem juntos. Estimule-os a cultivar amizades. Faça bolos. Carregue-os no colo.

Faça com que saibam o quanto são amados.
Passem o máximo de tempo juntos.

Assim quando eles decidirem partir para seus próprios vôos, você ainda terá tudo isso guardado no coração.

[Cinthia Moralles]

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Iniciação

 

Sozinhos, somos estrelas que cintilam... Juntos, compomos o Corpo de Luz deste Planeta.

Trazemos na memória o amor e as conquistas de nossas caminhadas...  Por que temer? É chegada a hora de “ouvir” as nossas vibrações pessoais...

Cada um... ouça o seu som!!! Sinta a sua Luz! Perceba a Verdade que habita seu coração.

Sinta o seu propósito ao longo das eras... Aquiete-se! “Ouça” as estrelas... O universo está aí... bem dentro de você!!!

Cada astro, cada estrela, cada lua, cada sol... tem seu lugar. Há mais vida, há mais organização do que suspeitamos... É hora de mostrar ao mundo a sua luz.

De fazer vibrar o seu som... É hora de contribuir para o Plano Maior! Por um mundo melhor... Rituais de passagens são movimentos de renovação e de silenciosas transformações...

Deixe-se levar por seu coração. Ele sabe o caminho... Deixe a Luz penetrar... Inspire a força que vem do Cosmos, erga a cabeça e caminhe, guiado pela Verdade.

E seja pleno, feliz, pois você é...

"FILHO AMADO DE DEUS”