Se você precisa de uma milagre, Deus tem!
O Senhor não abandona os que esperam nEle
Suas mãos não se fecharam
Para abençoar
Ele sempre socorre os que clamam
Só recebe quem pede
Só acha quem procura
O que bate vê as portas se abrirem
E na hora certa
O milagre vem
Se você precisa de um milagre
Deus tem
Deus tem um milagre certo
Na hora certa pra você também
Deus tem o motivo certo
Pra cuidar da tua vida como ninguém
Estou falando de alguém que te ama
Alguém que te chama
Se você precisa de um milagre
Então vem
O milagre que você precisa Deus tem
Solução, direção
Olha meu irmão
Deus quer te ajudar a chegar
Do outro lado
Mesmo que as circunstâncias digam não
E o fardo esteja muito pesado
Não desista, insista
Siga em frente
Em direção ao seu alvo
Porque Deus não tem limites
Seu amor não tem limites também
Se você precisa de um milagre, Deus tem!
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
terça-feira, 11 de novembro de 2014
O sacristão
Dizem
que esta história aconteceu há muitos anos, no interior de São Paulo.
Na igreja matriz da cidade, trabalhava um jovem sacristão que não sabia
ler nem escrever. Seu trabalho era conservar a igreja limpa, dar algumas
informações, organizar os ambientes, tocar o sino etc. Todos da cidade
conheciam o sacristão e gostavam muito dele, pois era extremamente
dedicado, sempre pontual e empenhado.
A paróquia era grande e apresentava um enorme potencial, tanto que o bispo resolveu investir nela. Enviou para lá um padre recém-ordenado. O jovem padre chegou cheio de ideias para modernizar a paróquia. Logo que assumiu, começou a reforma da igreja: pintou o exterior, reformou os bancos, renovou o altar, et.
Foi realizando várias mudanças, até que chegou no pobre sacristão. Era impossível conciliar uma igreja nova, uma paróquia moderna, com um sacristão analfabeto.
- Mas eu sempre me dediquei a esta igreja, faço tudo muito bem, todos gostam de mim e do meu trabalho, não é justo ser demitido por não saber ler nem escrever – disse o sacristão.
- Sinto muito – respondeu o padre -, mas temos novas exigências. Você não pode permanecer no cargo, terei de substituí-lo.
O sacristão ficou arrasado. Decepcionado, começou a perambular pela cidade, sem destino, pensando em como manteria sua família. Após andar bastante tempo, sentiu fome e sede. Procurou na rua e não viu ninguém que vendesse algo para comer. Teve então uma luz:
- Vou montar uma barraca aqui na praça para vender cachorro-quente e bebida.
E assim fez. Como era o único vendedor na cidade, teve enorme sucesso. Aos fins de semana vendia centenas de cachorros-quentes. Seu negócio cresceu tanto que logo comprou uma barraca maior. E assim o negócio foi se expandindo, com várias barracas pela região.
O antigo sacristão era agora um empresário conhecido e precisou abrir uma conta no banco.
Dirigiu-se ao gerente, que tratou de tudo. No final pediu apenas para ele assinar o contrato.
Envergonhado, o ex-sacristão disse:
- Desculpe-me, mas não posso assinar, não sei escrever.
- O senhor é analfabeto?- indagou o gerente, confuso – Se analfabeto o senhor juntou tanto dinheiro, imagina onde estaria se soubesse ler e escrever.
O ex-sacristão sorriu e disse:
- Se soubesse ler e escrever, continuaria sendo sacristão e estaria tocando o sino da igreja.
Para refletir
Muitas vezes, não entendemos de imediato os sinais que a vida nos dá e os incentivos que temos para mudar de vida. Uma situação difícil pode ser na verdade uma oportunidade para crescermos, para transformarmos a nossa vida. Basta sermos criativos e sabermos lidar com ela. Os novos paradigmas, fundamentais na sociedade, surgem desses momentos de maior crise.
Veja as situações delicadas como um grande incentivo e uma fonte extra de motivação. Quando nos acomodamos, nossa vida se torna monótona e somos incapazes de ver as oportunidades que surgem à nossa frente. Não se lamente pelas oportunidades perdidas; ao contrário, explore ao máximo as novas oportunidades. Usar a criatividade e ter coragem de arriscar são elementos que garantem o nosso sucesso e realização. Só não mudamos de vida quando nos acomodamos.
Alguma vez vivi uma situação semelhante à do sacristão da parábola? Como reagi? O que poderia ter feito para obter maior sucesso? Como costumo enfrentar os meus momentos de crise? Sou capaz de usar a criatividade e encontrar respostas otimistas e construtivas? Em geral, vou em busca das oportunidades ou espero que elas surjam espontaneamente?
A paróquia era grande e apresentava um enorme potencial, tanto que o bispo resolveu investir nela. Enviou para lá um padre recém-ordenado. O jovem padre chegou cheio de ideias para modernizar a paróquia. Logo que assumiu, começou a reforma da igreja: pintou o exterior, reformou os bancos, renovou o altar, et.
Foi realizando várias mudanças, até que chegou no pobre sacristão. Era impossível conciliar uma igreja nova, uma paróquia moderna, com um sacristão analfabeto.
- Mas eu sempre me dediquei a esta igreja, faço tudo muito bem, todos gostam de mim e do meu trabalho, não é justo ser demitido por não saber ler nem escrever – disse o sacristão.
- Sinto muito – respondeu o padre -, mas temos novas exigências. Você não pode permanecer no cargo, terei de substituí-lo.
O sacristão ficou arrasado. Decepcionado, começou a perambular pela cidade, sem destino, pensando em como manteria sua família. Após andar bastante tempo, sentiu fome e sede. Procurou na rua e não viu ninguém que vendesse algo para comer. Teve então uma luz:
- Vou montar uma barraca aqui na praça para vender cachorro-quente e bebida.
E assim fez. Como era o único vendedor na cidade, teve enorme sucesso. Aos fins de semana vendia centenas de cachorros-quentes. Seu negócio cresceu tanto que logo comprou uma barraca maior. E assim o negócio foi se expandindo, com várias barracas pela região.
O antigo sacristão era agora um empresário conhecido e precisou abrir uma conta no banco.
Dirigiu-se ao gerente, que tratou de tudo. No final pediu apenas para ele assinar o contrato.
Envergonhado, o ex-sacristão disse:
- Desculpe-me, mas não posso assinar, não sei escrever.
- O senhor é analfabeto?- indagou o gerente, confuso – Se analfabeto o senhor juntou tanto dinheiro, imagina onde estaria se soubesse ler e escrever.
O ex-sacristão sorriu e disse:
- Se soubesse ler e escrever, continuaria sendo sacristão e estaria tocando o sino da igreja.
Para refletir
Muitas vezes, não entendemos de imediato os sinais que a vida nos dá e os incentivos que temos para mudar de vida. Uma situação difícil pode ser na verdade uma oportunidade para crescermos, para transformarmos a nossa vida. Basta sermos criativos e sabermos lidar com ela. Os novos paradigmas, fundamentais na sociedade, surgem desses momentos de maior crise.
Veja as situações delicadas como um grande incentivo e uma fonte extra de motivação. Quando nos acomodamos, nossa vida se torna monótona e somos incapazes de ver as oportunidades que surgem à nossa frente. Não se lamente pelas oportunidades perdidas; ao contrário, explore ao máximo as novas oportunidades. Usar a criatividade e ter coragem de arriscar são elementos que garantem o nosso sucesso e realização. Só não mudamos de vida quando nos acomodamos.
Alguma vez vivi uma situação semelhante à do sacristão da parábola? Como reagi? O que poderia ter feito para obter maior sucesso? Como costumo enfrentar os meus momentos de crise? Sou capaz de usar a criatividade e encontrar respostas otimistas e construtivas? Em geral, vou em busca das oportunidades ou espero que elas surjam espontaneamente?
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
As maçãs
Felipe tinha uma bela família. Uma esposa bonita e dedicada, e um filho
alegre e vivaz. Mas ele contribuía muito para que assim fosse. Em casa,
procurava dar sempre o exemplo e educar o filho para os valores e
virtudes.
Certo dia, o seu filho chegou em casa da escola com um ar de dúvida. Felipe quis logo saber o que estava acontecendo. O garoto então perguntou:
- Pai, as pessoas são todas iguais? Há tantas cores de pele, idades, tamanhos… Como elas podem ser todas iguais?
Felipe pensou por alguns instantes na resposta que ia dar. Era uma ótima oportunidade para ensinar o filho a respeitar as diferenças. Disse-lhe:
- Filho, venha comigo ao mercado que depois eu respondo à sua pergunta.
E lá foram os dois. Quando chegaram ao mercado, Felipe levou o filho até a banca das frutas.
Parou em frente às maçãs. Ali havia muita variedade de maçãs, verdes, vermelhas, amarelas, grandes, pequenas, redondas, ovais e assim por diante. Virou-se para o filho e disse:
- Está vendo todas estas maçãs? Elas parecem muito diferentes uma das outras, não?
- Sim, são bem diferentes – respondeu o garoto.
- Qual delas você prefere?
- Eu gosto mais das vermelhas, grandes e redondas – respondeu.
- Escolha algumas para levarmos!
E assim escolheram várias maçãs, até encher um pequeno saco. Felipe certificou-se de que pegavam maçãs bem variadas, de formato e cor. Em casa, descascou três maçãs. Uma verde, uma vermelha e uma amarela. Depois, colocou-as lado a lado sobre a mesa. Chamou o filho e perguntou:
- Filho, qual destas maçãs é a sua preferida?
- Não sei, pai, para mim elas parecem todas iguais. Já não sei qual delas é a vermelha.
- Você encontrou a resposta da sua pergunta, filho. As pessoas são como maçãs. Têm cores, origens, formas e tamanhos diferentes. Mas no íntimo são todas iguais, apesar de cada um ser especial.
Experimente-as. Vai ver que cada uma delas tem um sabor particular.
Deu um mordida em cada uma e sorriu.
- É mesmo, não sei qual é a melhor, todas são muito boas.
Depois desse dia, toda vez que Felipe compra maçã, lembra-se dessa história e agradece pelo filho saudável e inteligente que tem.
Para refletir
Em situações simples do cotidiano, podemos encontrar boas oportunidades para aprender ou ensinar grandes lições de vida. Precisamos estar atentos a esses momentos e não desperdiçá-los, principalmente para ensinar nosso filhos ou alunos. Uma resposta certa ou um exemplo bem dado pode marcar para sempre uma criança e ensiná-la valores fundamentais da vida.
Mas vamos à nossa parábola. Quanta perspicácia e sabedoria para ensinar que os seres humanos são todos iguais. Às vezes, perdemos horas discutindo quem é o melhor, o maior, o mais bonito, o mais inteligente, quando na verdade nada disso importa, pois, no fundo, na essência, somos todos iguais.
Cada pessoa tem suas próprias características físicas, determinadas pela sua raça, religião, origens etc. Cada pessoa tem também uma personalidade, que foi formada durante a sua vida. Mas o mais importante é saber que no íntimo somos todos iguais, partilhamos os mesmos anseios, mesmos desejos, mesmos questionamentos, mesmos problemas.
Como lido com as diferenças? Costumo rotular uma pessoa pela sua cor, classe social, idade ou qualquer outro fator? Analisando o meu círculo de amizades atual, como me avalio? Sou aberto às diferenças ou procuro conviver com pessoas iguais a mim? Por quê? Em que o relacionamento com pessoas "diferentes" pode me ajudar? Estou disposto a tentar? Como transmito aos outros, especialmente aos meus filhos, alunos ou catequizandos, os valores nos quais acredito?
Certo dia, o seu filho chegou em casa da escola com um ar de dúvida. Felipe quis logo saber o que estava acontecendo. O garoto então perguntou:
- Pai, as pessoas são todas iguais? Há tantas cores de pele, idades, tamanhos… Como elas podem ser todas iguais?
Felipe pensou por alguns instantes na resposta que ia dar. Era uma ótima oportunidade para ensinar o filho a respeitar as diferenças. Disse-lhe:
- Filho, venha comigo ao mercado que depois eu respondo à sua pergunta.
E lá foram os dois. Quando chegaram ao mercado, Felipe levou o filho até a banca das frutas.
Parou em frente às maçãs. Ali havia muita variedade de maçãs, verdes, vermelhas, amarelas, grandes, pequenas, redondas, ovais e assim por diante. Virou-se para o filho e disse:
- Está vendo todas estas maçãs? Elas parecem muito diferentes uma das outras, não?
- Sim, são bem diferentes – respondeu o garoto.
- Qual delas você prefere?
- Eu gosto mais das vermelhas, grandes e redondas – respondeu.
- Escolha algumas para levarmos!
E assim escolheram várias maçãs, até encher um pequeno saco. Felipe certificou-se de que pegavam maçãs bem variadas, de formato e cor. Em casa, descascou três maçãs. Uma verde, uma vermelha e uma amarela. Depois, colocou-as lado a lado sobre a mesa. Chamou o filho e perguntou:
- Filho, qual destas maçãs é a sua preferida?
- Não sei, pai, para mim elas parecem todas iguais. Já não sei qual delas é a vermelha.
- Você encontrou a resposta da sua pergunta, filho. As pessoas são como maçãs. Têm cores, origens, formas e tamanhos diferentes. Mas no íntimo são todas iguais, apesar de cada um ser especial.
Experimente-as. Vai ver que cada uma delas tem um sabor particular.
Deu um mordida em cada uma e sorriu.
- É mesmo, não sei qual é a melhor, todas são muito boas.
Depois desse dia, toda vez que Felipe compra maçã, lembra-se dessa história e agradece pelo filho saudável e inteligente que tem.
Para refletir
Em situações simples do cotidiano, podemos encontrar boas oportunidades para aprender ou ensinar grandes lições de vida. Precisamos estar atentos a esses momentos e não desperdiçá-los, principalmente para ensinar nosso filhos ou alunos. Uma resposta certa ou um exemplo bem dado pode marcar para sempre uma criança e ensiná-la valores fundamentais da vida.
Mas vamos à nossa parábola. Quanta perspicácia e sabedoria para ensinar que os seres humanos são todos iguais. Às vezes, perdemos horas discutindo quem é o melhor, o maior, o mais bonito, o mais inteligente, quando na verdade nada disso importa, pois, no fundo, na essência, somos todos iguais.
Cada pessoa tem suas próprias características físicas, determinadas pela sua raça, religião, origens etc. Cada pessoa tem também uma personalidade, que foi formada durante a sua vida. Mas o mais importante é saber que no íntimo somos todos iguais, partilhamos os mesmos anseios, mesmos desejos, mesmos questionamentos, mesmos problemas.
Como lido com as diferenças? Costumo rotular uma pessoa pela sua cor, classe social, idade ou qualquer outro fator? Analisando o meu círculo de amizades atual, como me avalio? Sou aberto às diferenças ou procuro conviver com pessoas iguais a mim? Por quê? Em que o relacionamento com pessoas "diferentes" pode me ajudar? Estou disposto a tentar? Como transmito aos outros, especialmente aos meus filhos, alunos ou catequizandos, os valores nos quais acredito?
domingo, 9 de novembro de 2014
A lição do cachimbo
Esta história aconteceu em uma tribo, em plena floresta amazônica. Um
dos membros da tribo procurou o pajé, para lhe dizer que estava muito
furioso e decidido a vingar-se de um inimigo que o tinha ofendido
gravemente. Pensava em matá-lo, pois esse era o costume nas tribos.
O pajé ouviu-o atentamente e disse que ele tinha razão. Foi ofendido gravemente e, como era costume ns tribos, podia vingar-se matando seu inimigo. Antes disso, porém, o pajé convidou-o a fumar com ele um cachimbo. O homem aceitou, e ficaram quase uma hora a conversar e fumar juntos o cachimbo.
Ao final dessa hora, o homem já estava mais calmo e disse ao pajé:
_ Acho que não vou matar meu inimigo. Não é preciso, uma boa surra já vai fazê-lo aprender a lição.
Para comemorar a decisão do homem, o pajé convidou-o a ficar mais um tempo por ali e a fumar um novo cachimbo. Afinal, era uma vida que ele salvara. E assim aconteceu.
depois de mais uma hora ali a fumar e conversar calmamente, o homem disse:
- Sabe que uma surra talvez seja exagero. Vou apenas dizer tudo o que penso e fazê-lo pedir perdão em público para corrigir seu erro.
O pajé aprovou a atitude e, para celebrar, acendeu mais um cachimbo. Os dois passaram mais uma hora em meditação, fumando o cachimbo da paz.
Quando terminou, disse novamente ao pajé:
- Pensando melhor, irei até o meu agressor e lhe darei um forte abraço, afinal, sempre fomos grandes amigos, e ele se arrependeu da ofensa que fez. Eu o perdoo, e seremos amigos de novo.
Nesse instante, o pajé falou, sorridente:
- Era exatamente esse conselho que queria lhe dar quando chegou aqui, mas não podia fazê-lo. Era preciso que você se acalmasse e descobrisse o caminho após um tempo de meditação.
Para refletir
Quando temos uma decisão importante para tomar, o melhor a fazer é meditar muito e manter a calma. Quando decidimos algom com a cabeça quente ou sob forte pressão, é comum cometermos erros graves. O pio é que esses erros podem não ter volta e no final nos arrependermos. Procure aprender a amadurecer com essas situações de conflito. Isso exigirá calma e reflexão, mas ajudará muito no seu crescimento pessoal.
Tenha cuidado para não cometer nenhuma injustiça por agir sem pensar. Quando sentir raiva, ódio, tristeza ou sofrimento profundo, pare e pense em tudo o que está envolvido. Passeie ou converse com alguém se for preciso, mas tome a decisão apenas depois de meditar bastante. Por mais que você tenha razão, não procure a vingança, nem magoe a outra pessoa. Não vale a pena. Lembre-se sempre do cachimbo da paz e do sábio ensinamento do pajé.
Uma amizade ou relacionamento afetivo vale muito; por isso, pondere e veja se não é melhor perdoar e reatar os laços que unem você e outra pessoa, ao invés de procurar uma vingança que no final não levará a lugar nenhum e causará mais dor e sofrimento para ambos.
Como costumo resolver os meus problemas e conflitos pessoais? É comum eu sentir raiva e querer vingar-me quando sou ofendido? Tenho um "pajé" a quem recorrer para pedir conselhos? Quem poderia ser um? Como o conselho de um amigo pode nos ajudar? O que pode funcionar na minha vida como um "cachimbo da paz"? Por quê?
O pajé ouviu-o atentamente e disse que ele tinha razão. Foi ofendido gravemente e, como era costume ns tribos, podia vingar-se matando seu inimigo. Antes disso, porém, o pajé convidou-o a fumar com ele um cachimbo. O homem aceitou, e ficaram quase uma hora a conversar e fumar juntos o cachimbo.
Ao final dessa hora, o homem já estava mais calmo e disse ao pajé:
_ Acho que não vou matar meu inimigo. Não é preciso, uma boa surra já vai fazê-lo aprender a lição.
Para comemorar a decisão do homem, o pajé convidou-o a ficar mais um tempo por ali e a fumar um novo cachimbo. Afinal, era uma vida que ele salvara. E assim aconteceu.
depois de mais uma hora ali a fumar e conversar calmamente, o homem disse:
- Sabe que uma surra talvez seja exagero. Vou apenas dizer tudo o que penso e fazê-lo pedir perdão em público para corrigir seu erro.
O pajé aprovou a atitude e, para celebrar, acendeu mais um cachimbo. Os dois passaram mais uma hora em meditação, fumando o cachimbo da paz.
Quando terminou, disse novamente ao pajé:
- Pensando melhor, irei até o meu agressor e lhe darei um forte abraço, afinal, sempre fomos grandes amigos, e ele se arrependeu da ofensa que fez. Eu o perdoo, e seremos amigos de novo.
Nesse instante, o pajé falou, sorridente:
- Era exatamente esse conselho que queria lhe dar quando chegou aqui, mas não podia fazê-lo. Era preciso que você se acalmasse e descobrisse o caminho após um tempo de meditação.
Para refletir
Quando temos uma decisão importante para tomar, o melhor a fazer é meditar muito e manter a calma. Quando decidimos algom com a cabeça quente ou sob forte pressão, é comum cometermos erros graves. O pio é que esses erros podem não ter volta e no final nos arrependermos. Procure aprender a amadurecer com essas situações de conflito. Isso exigirá calma e reflexão, mas ajudará muito no seu crescimento pessoal.
Tenha cuidado para não cometer nenhuma injustiça por agir sem pensar. Quando sentir raiva, ódio, tristeza ou sofrimento profundo, pare e pense em tudo o que está envolvido. Passeie ou converse com alguém se for preciso, mas tome a decisão apenas depois de meditar bastante. Por mais que você tenha razão, não procure a vingança, nem magoe a outra pessoa. Não vale a pena. Lembre-se sempre do cachimbo da paz e do sábio ensinamento do pajé.
Uma amizade ou relacionamento afetivo vale muito; por isso, pondere e veja se não é melhor perdoar e reatar os laços que unem você e outra pessoa, ao invés de procurar uma vingança que no final não levará a lugar nenhum e causará mais dor e sofrimento para ambos.
Como costumo resolver os meus problemas e conflitos pessoais? É comum eu sentir raiva e querer vingar-me quando sou ofendido? Tenho um "pajé" a quem recorrer para pedir conselhos? Quem poderia ser um? Como o conselho de um amigo pode nos ajudar? O que pode funcionar na minha vida como um "cachimbo da paz"? Por quê?
sábado, 8 de novembro de 2014
Cure a Tristeza com Otimismo
Muitas vezes achamos que a tristeza invadiu a nossa vida como se nunca
mais tivesse a pretensão de sair, mas se não lutarmos contra isso, ela
realmente tem o poder de permanecer por muito tempo. Nós temos a decisão
de como enfrentaremos nossos medos, nossas angústias e por quanto tempo
esses sentimentos estarão ativos.
Não há mal em ficar triste quando passamos por algum problema, é até muito importante liberarmos aqueles sentimentos que ficam escondidos lá dentro, mas para diminuir a estadia da tristeza, a primeira ação que deve ser feita é pelo menos tentar ser otimista com relação ao problema. Por mais que a solução esperada não aconteça tão rápido quanto imaginava, o tempo que ficou pensando positivamente no mínimo levará para longe aquela tristeza.
Não se martirize pelo que ficou no passado, já aconteceu e não há como voltar atrás, a única solução está em arranjar formas de ultrapassá-lo, e não permanecendo no sofrimento. Não acontecerá nada de positivo se continuar pensando através do pessimismo e da negatividade. Deixe a fraqueza de lado e seja otimista, pois o mínimo que pode acontecer são os bons sentimentos começarem a fazer parte da sua vida.
Não há mal em ficar triste quando passamos por algum problema, é até muito importante liberarmos aqueles sentimentos que ficam escondidos lá dentro, mas para diminuir a estadia da tristeza, a primeira ação que deve ser feita é pelo menos tentar ser otimista com relação ao problema. Por mais que a solução esperada não aconteça tão rápido quanto imaginava, o tempo que ficou pensando positivamente no mínimo levará para longe aquela tristeza.
Não se martirize pelo que ficou no passado, já aconteceu e não há como voltar atrás, a única solução está em arranjar formas de ultrapassá-lo, e não permanecendo no sofrimento. Não acontecerá nada de positivo se continuar pensando através do pessimismo e da negatividade. Deixe a fraqueza de lado e seja otimista, pois o mínimo que pode acontecer são os bons sentimentos começarem a fazer parte da sua vida.
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
O gênio e as rosas
Todos conhecemos muitas histórias e piadas de gênios da lâmpada. Essa é
uma parábola interessante sobre um gênio extravagante. Em uma casa,
encontravam-se três amigos. Eles eram muito diferentes um do outro,
com personalidades fortes, mas gostavam de estar juntos, talvez porque
se completassem. Um era muito generoso, o outro era muito ingrato e o
ultimo era um conformado.
Quando viram o gênio, todos ficaram animados. Lembravam-se das histórias infantis, nas quais o gênio sempre realizava três desejos. Imediatamente um deles perguntou:
- Gênio, o que nos traz?
- Rosas! – disse o gênio.
Abriu seus braços e apareceram três belos buquês de rosas. Entregou um para cada homem e logo desapareceu. Os amigos se entreolharam, desapontados. Não compreenderam o presente.
Não demorou para cada um tomar o seu rumo e deixar a casa.
O ingrato foi o primeiro a sair, maldizendo sua falta de sorte. A primeira vez que encontra um gênio e a única coisa que ganha são umas rosas estúpidas. Jogou o buquê ali mesmo no caminho.
O conformado, embora desapontado com o presente, resolveu levar as flores para casa e as pôs num jarro.
O generoso, dono da casa, ficou feliz por ter encontrado um gênio e mais ainda por ter ganhado um presente. Saiu pela vizinhança distribuindo rosas. Estava tão contente com a possibilidade de partilhar seu presente com os outros que nem percebeu que as rosas nunca terminavam.
Quanto mais distribuía, mais as rosas apareciam em seu braços. Depois de algumas horas, voltou para casa, com um buquê muito maior, mais belo e perfumado do que o original.
No dia seguinte, os amigos se reuniram ementavam o que havia acontecido no dia anterior. Novamente o gênio aparece.
- O que você deseja? – perguntou um dos amigos.
- Eu desejo que as rosas de vocês se transformem em ouro! – respondeu o gênio.
O homem generoso olhou para trás e viu a sua casa cheia de ouro. Sobre a mesa, sobre o armário, no quarto… Por todo lugar havia ouro.
O conformado, ao regressar para sua casa, encontrou sobre a mesa um vaso cheio de ouro.
O ingrato até tentou voltar ao local onde havia jogado as rosas, mas ali não havia mais nada, alguém já tinha recolhido as rosas que se transformaram em ouro e ele ficou sem nada.
Para refletir
As rosas da parábola podem simbolizar várias coisas em nossa vida. São a amizade, o amor, a generosidade, as virtudes etc. Quando se trata desses belos gestos e sentimentos, quanto mais damos, mais recebemos em troca. O ingrato, que não valoriza seus amigos, sua família, seus dons, nunca vai desenvolvê-los. Vai acabar sem nada, solitário. O conformado, que não procura desenvolver seus dons, que não se preocupa em crescer, terá retribuição, mas sempre em pouca medida. Ficará nas relações superficiais, nas amizades formais. O generoso, no entanto, que não tem medo de entregar-se nas relações, que não tem medo de arriscar-se no aprimoramento de seus dons, que procura uma vida virtuosa, receberá tudo em dobro. Pense nisso e mude sua atitude.
Com qual dos três homens da parábola você mais se identifica? Por quê? Qual a importância que você dá para suas amizades, sua família, suas virtudes? Até que ponto você consegue se entregar nos relacionamentos e na ajuda ao próximo? Como pode crescer nesse caminho?
Quando viram o gênio, todos ficaram animados. Lembravam-se das histórias infantis, nas quais o gênio sempre realizava três desejos. Imediatamente um deles perguntou:
- Gênio, o que nos traz?
- Rosas! – disse o gênio.
Abriu seus braços e apareceram três belos buquês de rosas. Entregou um para cada homem e logo desapareceu. Os amigos se entreolharam, desapontados. Não compreenderam o presente.
Não demorou para cada um tomar o seu rumo e deixar a casa.
O ingrato foi o primeiro a sair, maldizendo sua falta de sorte. A primeira vez que encontra um gênio e a única coisa que ganha são umas rosas estúpidas. Jogou o buquê ali mesmo no caminho.
O conformado, embora desapontado com o presente, resolveu levar as flores para casa e as pôs num jarro.
O generoso, dono da casa, ficou feliz por ter encontrado um gênio e mais ainda por ter ganhado um presente. Saiu pela vizinhança distribuindo rosas. Estava tão contente com a possibilidade de partilhar seu presente com os outros que nem percebeu que as rosas nunca terminavam.
Quanto mais distribuía, mais as rosas apareciam em seu braços. Depois de algumas horas, voltou para casa, com um buquê muito maior, mais belo e perfumado do que o original.
No dia seguinte, os amigos se reuniram ementavam o que havia acontecido no dia anterior. Novamente o gênio aparece.
- O que você deseja? – perguntou um dos amigos.
- Eu desejo que as rosas de vocês se transformem em ouro! – respondeu o gênio.
O homem generoso olhou para trás e viu a sua casa cheia de ouro. Sobre a mesa, sobre o armário, no quarto… Por todo lugar havia ouro.
O conformado, ao regressar para sua casa, encontrou sobre a mesa um vaso cheio de ouro.
O ingrato até tentou voltar ao local onde havia jogado as rosas, mas ali não havia mais nada, alguém já tinha recolhido as rosas que se transformaram em ouro e ele ficou sem nada.
Para refletir
As rosas da parábola podem simbolizar várias coisas em nossa vida. São a amizade, o amor, a generosidade, as virtudes etc. Quando se trata desses belos gestos e sentimentos, quanto mais damos, mais recebemos em troca. O ingrato, que não valoriza seus amigos, sua família, seus dons, nunca vai desenvolvê-los. Vai acabar sem nada, solitário. O conformado, que não procura desenvolver seus dons, que não se preocupa em crescer, terá retribuição, mas sempre em pouca medida. Ficará nas relações superficiais, nas amizades formais. O generoso, no entanto, que não tem medo de entregar-se nas relações, que não tem medo de arriscar-se no aprimoramento de seus dons, que procura uma vida virtuosa, receberá tudo em dobro. Pense nisso e mude sua atitude.
Com qual dos três homens da parábola você mais se identifica? Por quê? Qual a importância que você dá para suas amizades, sua família, suas virtudes? Até que ponto você consegue se entregar nos relacionamentos e na ajuda ao próximo? Como pode crescer nesse caminho?
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Feridas Abertas
Prepare-se!
Cada dia é em si mesmo um chamado para novas batalhas e os vencedores
serão aqueles que estiverem mais bem preparados, afinal de contas, a
vida não aceita desculpas como o famoso: "ninguém me avisou…".
Será que é preciso avisar mais alguém que sem estudar não se chega a lugar nenhum?
Será que é preciso avisar que estamos na era digital e que o computador substituiu a máquina de escrever?
Fala sério! É preciso avisar que o cigarro mata? Que a bebida alcoólica causa dependência, que a cocaína vicia e corrói o cérebro pelas beiradas e transtorna muitos lares, que o orgulho mata, fere, machuca e cobra um alto preço da nossa felicidade?
Será que tem gente que ainda não sabe o valor do respeito?
Será que fazem mal aos outros por ignorância das Leis Divinas? Será que sequestram pessoas sem saber da Lei dos homens?
Por quê alegamos ignorância quando a dor nos visita ou a própria vida vem cobrar os nossos erros, seja através de doenças, da dor ou sofrimento?
Hoje você tem diante de si uma porta chamada " futuro" e que não é preciso bater para se entrar, nem precisa de apresentação, nem carteirinha, nem padrinho nem "quem indicou", precisa sim, ter coragem de abandonar aquilo que sabemos ser prejudicial a nós mesmos, ao próximo (e até ao distante), e assumir uma postura bem simples diante da vida: "eu me amo, me aceito e luto para que cada dia seja o meu melhor dia". Bem vindo ao futuro, hoje!
Será que é preciso avisar mais alguém que sem estudar não se chega a lugar nenhum?
Será que é preciso avisar que estamos na era digital e que o computador substituiu a máquina de escrever?
Fala sério! É preciso avisar que o cigarro mata? Que a bebida alcoólica causa dependência, que a cocaína vicia e corrói o cérebro pelas beiradas e transtorna muitos lares, que o orgulho mata, fere, machuca e cobra um alto preço da nossa felicidade?
Será que tem gente que ainda não sabe o valor do respeito?
Será que fazem mal aos outros por ignorância das Leis Divinas? Será que sequestram pessoas sem saber da Lei dos homens?
Por quê alegamos ignorância quando a dor nos visita ou a própria vida vem cobrar os nossos erros, seja através de doenças, da dor ou sofrimento?
Hoje você tem diante de si uma porta chamada " futuro" e que não é preciso bater para se entrar, nem precisa de apresentação, nem carteirinha, nem padrinho nem "quem indicou", precisa sim, ter coragem de abandonar aquilo que sabemos ser prejudicial a nós mesmos, ao próximo (e até ao distante), e assumir uma postura bem simples diante da vida: "eu me amo, me aceito e luto para que cada dia seja o meu melhor dia". Bem vindo ao futuro, hoje!
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Felicidade
Você já pensou no sentido da palavra "felicidade"?
Talvez sim, talvez não. Geralmente, o que se ouve é que felicidade não existe, que o quê existem são apenas momentos felizes. Ai, eu lhe pergunto: será mesmo? Será mesmo que algo tão grandioso como a felicidade consiste apenas em coisas tão transitórias?
Estará a felicidade apenas num carro novo? Estará a felicidade numa viagem pela Europa? Estará a felicidade na compra de uma casa nova? Estará a felicidade no encontro de alguém que "fará" você feliz?
Na verdade, a felicidade real e concreta está dentro de cada um de nós. Só que, para reconhecê-la como verdadeira, faz-se necessário uma análise de vida...
Você já reparou nas coisas boas que o(a) cercam? Já notou como, todos os dias, tantas coisas boas acontecem e você só valoriza o que é ruim? Já observou que a vida é um fluir contínuo como as águas de um rio, no qual você navega, só que, muitas vezes, contra a correnteza?
Você tem dentro de si muitas resistências e uma delas se desenvolveu contra o "ser feliz". Estar alegre pode ser passageiro, mas estar feliz é eterno e não depende de nada.
Basta apenas que você olhe para dentro de si mesmo(a) e acredite em tudo o que pode realizar, naquilo que pode construir. Aprenda a dar valor a você, às suas qualidades, a esses dons especiais que ganhou no "kit eu" quando você nasceu.
Quantas coisas desenvolveu sozinho(a)? Quantas vitórias já conseguiu em sua vida, sem a ajuda de ninguém... Você certamente é uma pessoa feliz, só que não sabe. Não acredita nisso.
Não sei se minhas observações são corretas, mas escrevo e falo aquilo que sinto. E sinto que a vida se apresenta muito simples.
Conviver com outras pessoas talvez seja o mais complexo. Conviver consigo mesmo(a) pode ser o mais delicado.
A primeira amizade é feita com a gente mesmo. Você já fez amizade consigo? Você é sua amiga ou seu amigo de verdade? Será que está a seu favor ou contra si mesmo(a)?
Tudo bem, viver não obedece a nenhum manual de instruções ou fita de vídeo. A gente já nasce sabendo. Vem de dentro, vem da inteligência nata, daquela coisa de se Ter o entendimento de saber que vida é arte e não um contínuo sofrimento.
Então, que tal ser feliz de verdade? Que tal valorizar-se enquanto ser vivente, não importa seu grau de humanidade.
Se o mundo lá fora lhe causa preocupação, lembre-se de que dentro de você existe um mundo vivo, que muitas vezes é mais caótico do que qualquer conflito social...
Que tal jogar fora os valores antigos, que fazem parte de uma velha mobília da qual tem medo de se desfazer pois toda a transformação implica em perda e você tem medo de mudar?
Descubra a felicidade dentro de você e busque aceitá-la sem medo. Sem medo de sorrir muito hoje e chorar amanhã.
Sem medo de demonstrar para as outras pessoas a alegria natural que vem de dentro do seu coração e que muitas vezes incomoda muita gente.
Sorria com mais freqüência! Acorde de manhã de bom humor! Quando perguntarem como vai, diga que está cada vez melhor! Assuma a condição de ser feliz de verdade não importando qualquer tipo de dificuldade. Você as vence, com certeza!
E mais um recadinho: manifeste essa condição de ser feliz de forma permanente em tudo aquilo que fizer.
Felicidade é transmissível! Pense nisso...
Talvez sim, talvez não. Geralmente, o que se ouve é que felicidade não existe, que o quê existem são apenas momentos felizes. Ai, eu lhe pergunto: será mesmo? Será mesmo que algo tão grandioso como a felicidade consiste apenas em coisas tão transitórias?
Estará a felicidade apenas num carro novo? Estará a felicidade numa viagem pela Europa? Estará a felicidade na compra de uma casa nova? Estará a felicidade no encontro de alguém que "fará" você feliz?
Na verdade, a felicidade real e concreta está dentro de cada um de nós. Só que, para reconhecê-la como verdadeira, faz-se necessário uma análise de vida...
Você já reparou nas coisas boas que o(a) cercam? Já notou como, todos os dias, tantas coisas boas acontecem e você só valoriza o que é ruim? Já observou que a vida é um fluir contínuo como as águas de um rio, no qual você navega, só que, muitas vezes, contra a correnteza?
Você tem dentro de si muitas resistências e uma delas se desenvolveu contra o "ser feliz". Estar alegre pode ser passageiro, mas estar feliz é eterno e não depende de nada.
Basta apenas que você olhe para dentro de si mesmo(a) e acredite em tudo o que pode realizar, naquilo que pode construir. Aprenda a dar valor a você, às suas qualidades, a esses dons especiais que ganhou no "kit eu" quando você nasceu.
Quantas coisas desenvolveu sozinho(a)? Quantas vitórias já conseguiu em sua vida, sem a ajuda de ninguém... Você certamente é uma pessoa feliz, só que não sabe. Não acredita nisso.
Não sei se minhas observações são corretas, mas escrevo e falo aquilo que sinto. E sinto que a vida se apresenta muito simples.
Conviver com outras pessoas talvez seja o mais complexo. Conviver consigo mesmo(a) pode ser o mais delicado.
A primeira amizade é feita com a gente mesmo. Você já fez amizade consigo? Você é sua amiga ou seu amigo de verdade? Será que está a seu favor ou contra si mesmo(a)?
Tudo bem, viver não obedece a nenhum manual de instruções ou fita de vídeo. A gente já nasce sabendo. Vem de dentro, vem da inteligência nata, daquela coisa de se Ter o entendimento de saber que vida é arte e não um contínuo sofrimento.
Então, que tal ser feliz de verdade? Que tal valorizar-se enquanto ser vivente, não importa seu grau de humanidade.
Se o mundo lá fora lhe causa preocupação, lembre-se de que dentro de você existe um mundo vivo, que muitas vezes é mais caótico do que qualquer conflito social...
Que tal jogar fora os valores antigos, que fazem parte de uma velha mobília da qual tem medo de se desfazer pois toda a transformação implica em perda e você tem medo de mudar?
Descubra a felicidade dentro de você e busque aceitá-la sem medo. Sem medo de sorrir muito hoje e chorar amanhã.
Sem medo de demonstrar para as outras pessoas a alegria natural que vem de dentro do seu coração e que muitas vezes incomoda muita gente.
Sorria com mais freqüência! Acorde de manhã de bom humor! Quando perguntarem como vai, diga que está cada vez melhor! Assuma a condição de ser feliz de verdade não importando qualquer tipo de dificuldade. Você as vence, com certeza!
E mais um recadinho: manifeste essa condição de ser feliz de forma permanente em tudo aquilo que fizer.
Felicidade é transmissível! Pense nisso...
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Dê mais, espere menos
Dê mais às pessoas do que elas esperam, e faça-o com alegria. Case com alguém
que você goste de conversar. À medida que vocês forem envelhecendo, seu
talento para a conversa se tornará tão importante quanto os outros
todos. Não acredite em tudo o que você ouve, não gaste tudo o que você
tem e não durma tanto quanto você gostaria.
Quando você disser "eu te amo", seja sincero. Quando você disser "sinto muito", olhe nos olhos da pessoa.
Fique noivo por, pelo menos, seis meses antes do casamento. Acredite no amor à primeira vista. Nunca ria dos sonhos dos outros. Ame profundamente e com paixão. Você pode se ferir, mas é o único meio de viver uma vida completa. Quando se desentender, lute limpo. Por favor, nada de insultos.
Não julgue ninguém por seus parentes. Fale devagar, mas pense depressa. Quando lhe fizerem uma pergunta que você não quer responder, sorria e pergunte: "por que você deseja saber?" Lembre que grandes amores e grandes realizações envolvem grandes riscos.
Diga "saúde" quando alguém espirrar. Quando você perder, não perca a lição. Recorde-se dos três "r":
- respeito por si mesmo
- respeito pelos outros
- responsabilidade por seus atos.
Não deixe uma pequena disputa afetar uma grande amizade. Quando você notar que cometeu um engano, tome providências imediatas para corrigi-lo. Sorria quando atender ao telefone. Quem chama, vai ouvi-lo em sua voz.
E, para completar, passe algum tempo sozinho. Não mata e você vai ver como você é uma companhia legal.
Quando você disser "eu te amo", seja sincero. Quando você disser "sinto muito", olhe nos olhos da pessoa.
Fique noivo por, pelo menos, seis meses antes do casamento. Acredite no amor à primeira vista. Nunca ria dos sonhos dos outros. Ame profundamente e com paixão. Você pode se ferir, mas é o único meio de viver uma vida completa. Quando se desentender, lute limpo. Por favor, nada de insultos.
Não julgue ninguém por seus parentes. Fale devagar, mas pense depressa. Quando lhe fizerem uma pergunta que você não quer responder, sorria e pergunte: "por que você deseja saber?" Lembre que grandes amores e grandes realizações envolvem grandes riscos.
Diga "saúde" quando alguém espirrar. Quando você perder, não perca a lição. Recorde-se dos três "r":
- respeito por si mesmo
- respeito pelos outros
- responsabilidade por seus atos.
Não deixe uma pequena disputa afetar uma grande amizade. Quando você notar que cometeu um engano, tome providências imediatas para corrigi-lo. Sorria quando atender ao telefone. Quem chama, vai ouvi-lo em sua voz.
E, para completar, passe algum tempo sozinho. Não mata e você vai ver como você é uma companhia legal.
domingo, 2 de novembro de 2014
Sabedoria
Meu coração e minha língua fizeram um trato: quando meu coração estiver enfurecido, minha língua guardará silêncio.
As palavras respondem aos sentimentos, e os sentimentos às idéias. Por isso é impossível dominar nossas palavras se não somos senhores de nossos sentimentos; e estes sentimentos irão se acalmando segundo a força de nossas idéias.
A um coração que não se domina, responderão palavras violentas e ferinas; a um coração fechado em si, sucederão palavras e atitudes que depreciam os demais.
Por conseguinte, me calarei quando meu coração não estiver sossegado e em calma; não falarei, pois seguramente me arrependerei do que disser ou, pelo menos, do modo como o disser, ou do momento em que o disser.
Se em geral o coração não costuma ser bom conselheiro, menos o será quando não estiver em paz e não se sentir senhor de si mesmo.
As palavras respondem aos sentimentos, e os sentimentos às idéias. Por isso é impossível dominar nossas palavras se não somos senhores de nossos sentimentos; e estes sentimentos irão se acalmando segundo a força de nossas idéias.
A um coração que não se domina, responderão palavras violentas e ferinas; a um coração fechado em si, sucederão palavras e atitudes que depreciam os demais.
Por conseguinte, me calarei quando meu coração não estiver sossegado e em calma; não falarei, pois seguramente me arrependerei do que disser ou, pelo menos, do modo como o disser, ou do momento em que o disser.
Se em geral o coração não costuma ser bom conselheiro, menos o será quando não estiver em paz e não se sentir senhor de si mesmo.
sábado, 1 de novembro de 2014
Use o seu tempo livre
Muita gente transforma seu hobby num trabalho em tempo integral, e essa transição de hobby a ganha pão é muitas vezes gradual.
Imagine alguém que gosta de fotografia e dedica seu tempo livre a ela. Essa pessoa começa fotografando casamentos e festinhas de parentes e amigos. De vez em quando ganha um concurso de amadores. Pouco a pouco, vai obtendo mais trabalho e, em alguns anos, está ganhando mais nos fins de semana do que no escritório...
Outra pessoa gosta de idiomas. Fala italiano e inglês e decide aprender espanhol. Faz uma viagem de férias a Barcelona para aprimorar o aprendizado e passa a dar aulas de inglês de graça depois do trabalho. Em poucos anos, ela estará falando fluentemente três idiomas e decide fazer um curso de tradução para se aperfeiçoar... Depois de um tempo, ela tenta e consegue uma colocação numa escola de idiomas.
Um outro fulano gosta muito de caminhar e acampar e tem todo o equipamento necessário para o hobby: botas especiais, barraca, mochila. Ele percebe que outras pessoas gostariam de acampar, mas não têm o material. Ele passa a alugar o seu. Às vezes organiza uma viagem, leva pessoas em sua perua – e cobra... Com o tempo, muda de profissão...
Aí eu pergunto: o que aprendemos com essas pessoas?
- aprendemos que é possível ganhar a vida fazendo uma coisa que a gente gosta; - que o mundo é um mercado; e assim, quem desenvolve uma habilidade encontra gente disposta a pagar por ela.
Aprendemos também que a vida real é bem diferente da ficção – dos filmes e novelas. Nesses casos, os personagens conseguem tudo o que querem e precisam como que num toque de mágica... A vida real é mais frustrante. Nela, as coisas demoram um pouco para acontecer, mas acontecem... E mais, pessoas que transformam seu hobby em profissão não passam muito tempo assistindo a novelas. Viver a vida dos outros não se compara a viver nossa própria vida.
Em poucas palavras: se você quer ganhar a vida fazendo o que gosta, o seu passatempo é uma possível fonte de renda. Enquanto não tiver interesses nas horas vagas, suas opções ficam limitadas.
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