domingo, 5 de setembro de 2010

Às vezes...


Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer, senão continuar nossa jornada com o coração machucado.
Às vezes nos falta esperança.
Às vezes o amor nos machuca profundamente, e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar, tanto quanto precisamos respirar...
É a nossa razão de existir
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver, até que algo toque nosso coração.../...algo simples como a beleza de um pôr do Sol, a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto, é a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança, te traíram sem qualquer piedade.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram "eu te amo", que outras disseram "eu te amo" uma única vez e agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero, poderá ajudá-las a reconstruir um coração quebrado.
Assim, ao conhecer alguém, não deixe de acreditar no amor, mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá.
Certifique-se de que quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra.
Esteja aberto à algumas alterações, mas cuidado, pois se essa pessoa te deixar, então nada irá lhe restar.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento, manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco, pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda mais intenso do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é nescessário. Existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
Não procure querer conhecer seu futuro antes da hora, nem exagere em seu sofrimento. Esperar é dar uma chance à vida para que ela coloque a pessoa certa em seu caminho.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante  é que ela venha para ficar e não esteja apenas de passagem....
AUTOR DESCONHECIDO

sábado, 4 de setembro de 2010

A INSTITUIÇÃO DA EUCARISTIA


Lucas 22 (14-23)

14 E, chegada a hora, pôs-se à mesa, e com ele os doze apóstolos.

15 E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça;

16 Porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de Deus.

17 E, tomando o cálice, e havendo dado graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós;

18 Porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de Deus.

19 E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim.

20 Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.

21 Mas eis que a mão do que me trai está comigo à mesa.

22 E, na verdade, o Filho do homem vai segundo o que está determinado; mas ai daquele homem por quem é traído!

23 E começaram a perguntar entre si qual deles seria o que havia de fazer isto.

Arquivo Mental


Com que tipo de informações você alimenta o seu arquivo mental?

Se ainda não havia pensado nisso, vale a pena meditar sobre o assunto, pois é de sua bagagem mental que depende a sua paz íntima.

Quando você abre o jornal, logo cedo, o que você costuma buscar primeiro? As boas notícias, a página policial, os esportes?

Se chega a uma sala de espera e percebe sobre a mesa vários tipos de revistas, qual delas você escolhe?

Ao ligar a TV, que tipo de programação assiste?

Ao navegar pela internet,
quais os assuntos de sua preferência?

Dos acontecimentos diários, das cenas que presencia, das paisagens que vê, o que você costuma observar com mais atenção e guardar no seu arquivo mental?

Talvez isso lhe pareça sem importância, mas, na verdade, de tudo isso dependem as suas atitudes, as suas emoções, a sua vida.

Como você é o que pensa e sente, todas as suas reações dependem das informações que acumula no dia-a-dia.

Se costuma guardar sempre a parte boa, positiva, nobre, quando alguma situação lhe toma de assalto, irá agir com lucidez, tranqüilidade e nobreza.

Mas, se ao contrário, procura alimentar sua mente com as desgraças, os fatos negativos, os desequilíbrios e as desarmonias humanas, terá uma reação correspondente ao seu ambiente mental.

Assim, se deseja manter, em qualquer situação, a harmonia íntima, é saudável buscar alimentação condizente com seus propósitos.

Quando abrir o jornal, busque alguma coisa que lhe ofereça leitura agradável, sadia.

Se você pode escolher entre várias revistas, opte por aquela que lhe possibilite reflexões nobres, que lhe enriqueça os conhecimentos acerca da vida.

Se tem tempo para navegar pela internet, não se detenha nas páginas de teor deprimente ou conteúdo duvidoso. Não faça de seus arquivos mentais uma lixeira.

Busque deter-se nas melhores imagens que compõem a paisagem por onde passa.

Pense que os problemas existem, que as misérias humanas são uma realidade, que os fatos deprimentes poluem a Terra.

Mas considere também que, se você não pode mudar uma situação, não há motivo para carregá-la em seu arquivo mental.

Por essa razão, busque sempre a melhor parte.

Ao levantar-se pela manhã, olhe a sua volta o que tem de melhor.

Observe o amanhecer, as cores que a natureza traz,
as paisagens que o dia lhe oferece.

Contemple a lua, mesmo sabendo que sob o luar
existe a violência, a injustiça, a dor...

Admire o pôr do sol, ainda que tema os perigos que surgem com a escuridão.

Observe com atenção o inverno,
mesmo que a paisagem não lhe pareça agradável,
pois é a vida que dorme para surgir,
ainda mais exuberante, com a primavera.

Detenha-se um pouco para observar o sorriso
de uma criança, mesmo que o descaso
com a infância seja uma realidade.

Agindo assim, ao final de cada dia você terá uma boa razão para agradecer pelas oportunidades vividas.

............................

A sua vida íntima é alimentada, basicamente, por tudo aquilo que você mais valoriza.

Assim, se deseja nutrir a esperança, alimente a sua intimidade com os valores nobres.

E, se você quer construir a paz, enalteça-a com alimento correspondente, escolhendo sempre a parte boa de tudo o que o rodeia.
AUTOR DESCONHECIDO

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A LEMBRAÇA DA LIBERTAÇÃO



LUCAS 22 (7-13)

7 Chegou, porém, o dia dos ázimos, em que importava sacrificar a páscoa.

8 E mandou a Pedro e a João, dizendo: Ide, preparai-nos a páscoa, para que a comamos.

9 E eles lhe perguntaram: Onde queres que a preparemos?

10 E ele lhes disse: Eis que, quando entrardes na cidade, encontrareis um homem, levando um cântaro de água; segui-o até à casa em que ele entrar.

11 E direis ao pai de família da casa: O Mestre te diz: Onde está o aposento em que hei de comer a páscoa com os meus discípulos?

12 Então ele vos mostrará um grande cenáculo mobilado; aí fazei preparativos.

13 E, indo eles, acharam como lhes havia sido dito; e prepararam a páscoa.

NOSSO CORAÇÃO É UMA CASA


Nosso Coração é Uma Casa onde ninguém entra e sai, com ou sem nossa permissão, sem deixar marcas nas paredes. Muitos deixam marcas profundas de felicidade; outros deixam cicatrizes que marcarão nossa vida para sempre. Os amigos deixam marcas fortes, mas suaves. E cada vez que tocamos nossa alma com nossas recordações lá estão os traços, invisíveis, mas legíveis, como as escrituras em Braile. É suficiente fechar os olhos para ver toda uma história gravada nas paredes do nosso ser. Nesses momentos nosso rosto sorri sozinho. Os amores perdidos deixam marcas irrecuperáveis: eles deixam um gosto doce e amargo ao mesmo tempo. Amargo na maioria das vezes. Sim, eles têm mais gosto que qualquer outra coisa e sempre sobem a nossa garganta quando as lembranças nos assaltam. Tristes são as marcas das dores que deixaram os que nos fizeram mal. São as cicatrizes que deformam nossas vidas se não aprendemos a conviver com elas. Mesmo se queremos ir adiante, de vez em quando nosso olhar se volta para esses rabiscos mal traçados e sentimos a dor tal e qual no primeiro dia. Quantas vezes não impedimos que alguém entre por causa de preconceitos ou idéias pré-concebidas, ou medo de tentar de novo uma nova relação. Ao primeiro olhar, nos trancamos. Outras vezes, sem muita consciência, deixamos entrar quem não valia muito a pena. Somos maus juízes porque confiamos demais nos nossos olhos e de menos no nosso coração. Devemos pedir a Deus que nos dê um pouco mais de dicernimento, pois agindo por nós mesmos, podemos estar nos trancando a maravilhosos encontros. De vez em quando, é preciso fazer uma boa faxina nessa casinha tão preciosa. É preciso polir carinhosamente, realçar as marcas bonitas e passar tinta nova e clara nas paredes; de vez em quando é bom abrir as janelas e deixar que o sol entre e ilumine todos os cômodos. E enfeitar com as janelas com flores de cores vivas e alegres. De vez em quando é mesmo muito importante achar o cantinho mais gostoso dessa casa e sentar-se nele. E rir do nada. E jogar os ressentimentos para bem longe. Sentir-se bem consigo. Se nosso coração é uma casa, faça do seu a casa dos seus sonhos. Lembre-se que não importa quantos entram e saem, você é o dono, só você é responsável. Faça mudanças necessárias. Jogue o inútil no lixo. Só não se esqueça, nessa mudança, de colocar de volta nas paredes essas marcas benditas que deixaram esses que foram bênçãos na sua vida. Dê a mão aos doces momentos, os momentos felizes. Tudo o mais é inútil, tudo o mais deve ficar pra trás.
Letícia Thompson

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O CONFRONTO COM SATANÁS


Lucas 22 (1-6)

1 Estava, pois, perto a festa dos ázimos, chamada a páscoa.

2 E os principais dos sacerdotes, e os escribas, andavam procurando como o matariam; porque temiam o povo.

3 Entrou, porém, Satanás em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do número dos doze.

4 E foi, e falou com os principais dos sacerdotes, e com os capitães, de como lho entregaria;

5 Os quais se alegraram, e convieram em lhe dar dinheiro.

6 E ele concordou; e buscava oportunidade para lho entregar sem alvoroço.

Como encontrar a felicidade


Depois de duas semanas de torradas sem manteiga e corridas nas manhãs geladas ao redor do parque, uma amiga minha voltou a se pesar e o ponteiro da balança parou no mesmo lugar que estava marcando antes.

Isto lhe pareceu típico de como tudo vinha lhe saído mal ultimamente.

Estava mesmo destinada a nunca ser feliz.

ao vestir-se, fazendo caretas para entrar no jeans apertado descobriu 20 dólares no bolso.

Depois, a irmã telefonou-lhe contando uma história divertida.

Quando saiu apressada por Ter ainda que pôr gasolina descobriu que sua companheira de quarto já enchera o tanque. e essa era a pessoa que havia pensado que nunca seria feliz!

De uma maneira ou de outra, todos os dias chegam até nós conselhos mais ou menos simplistas sobre a felicidade, cuja técnica reside na necessidade de fazermos algo para sermos felizes

- seja escolher as opções corretas ou contar com o que é certo para nós mesmos.

A juntar a isto há ainda a noção de que a felicidade é um estado permanente.

A menor quebra na alegria sugere problemas.

Acontece é que a maior parte das pessoas não vive num estado permanente de felicidade, mas em algo mais vulgar, uma mistura daquilo que o ensaísta Hugh Prather chamou de "problemas por resolver, vitórias incertas, com alguns momentos de paz verdadeira".

talvez o dia de ontem não tenha sido feliz depois daquele desentendimento com o patrão.

Mas houve ou não momentos de felicidade, de Paz absoluta?

Se você pensar bem, não se lembra de Ter recebido uma carta de um velho amigo, ou de terem lhe perguntado onde fez um corte de cabelo tão bom?

Embora o dia tenha tido bons momentos, você só se lembra do que ele teve de ruim.

A felicidade é como aquela visita, genial e exótica, que surge quando menos se espera, encomenda uma rodada de bebidas extravagantes e desaparece em seguida, deixando atrás de si um rastro de perfume de gardênia.

Ela nem sempre aparece quando se convoca, e só se pode apreciá-la quando se digna aparecer.

A felicidade não se força, mas pode-se viver em pleno quando ela surge.

Ao regressar a casa absorvido com seus problemas, tente reparar no crepúsculo que incendeia as vidraças da cidade.

Escute os gritinhos das crianças que brincam ao entardecer e sentir-se-á revigorado, só por Ter ouvido com atenção.

A felicidade é uma atitude.

É limpar as persianas ao som de uma canção; passar uma hora agradável arrumando o armário.

A felicidade é a família reunida para o jantar.

É o presente, não a promessa distante de "um dia, quando..." como somos mais afortunados e como nos sentirmos mais felizes se nos apaixonarmos pela vida que temos!

A felicidade é uma opção. Agarre-a quando ela surge, como um balão fugindo em direção ao mar azul brilhante.

Adair Lara

Confie em Deus


Um mestre e seu discípulo caminhavam pelo deserto, e o mestre ensinava que podiam confiar sempre em Deus, pois Ele tomava conta de tudo.

Chegou a noite, e resolveram acampar.

O mestre montou a tenda, e o discípulo ficou encarregado de amarrar os cavalos numa pedra. Mas, ao chegar à pedra, pensou consigo mesmo:
- "O mestre está me testando. Disse que Deus toma conta de tudo, e me pediu para amarrar os cavalos. Quer ver se confio ou não em Deus."

Em vez de prender os animais, fez uma longa oração e entregou a guarda a Deus.

No dia seguinte, quando acordaram, os cavalos haviam desaparecido.
Decepcionado, o discípulo foi se queixar ao mestre e disse que não confiava mais nele, pois Deus não cuidava de tudo, esquecera de vigiar os cavalos.

- Você está errado - respondeu o mestre. - Deus queria cuidar dos cavalos. Mas, naquele momento, precisava usar suas mãos para amarrá-los à pedra.


(Fonte: Portal Padre Marcelo)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

ESTEJAM ATENTOS



LUCAS 21 (29-38)

29 E disse-lhes uma parábola: Olhai para a figueira, e para todas as árvores;

30 Quando já têm rebentado, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão.

31 Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto.

32 Em verdade vos digo que não passará esta geração até que tudo aconteça.

33 Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar.

34 E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia.

35 Porque virá como um laço sobre todos os que habitam na face de toda a terra.

36 Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem.

37 E de dia ensinava no templo, e à noite, saindo, ficava no monte chamado das Oliveiras.

38 E todo o povo ia ter com ele ao templo, de manhã cedo, para o ouvir.

Amanhecer


Quando os primeiros raios de sol despojar em sua janela, pare e pense que esse dia te pertence...
E procure aproveitar do melhor modo possível, como se esse dia fosse o último dia de sua vida...
Olhe ao seu redor e procure fazer o melhor esteja ao seu alcance...
Não de o passo maior que sua perna, pois o futuro nos espera...
Seja solidário (a), humilde, não tape os ouvidos para os oprimidos...
Estenda suas mãos aos necessitados, pois a semente de seu passado será o fruto do seu futuro...
Não tenha espírito de grandeza, pois a sua realeza será desfocada por você se achar que é mais que os alheios...
Não pense que você é mais que alguém para que com isso você possa se dar bem!!!
AUTOR DESCONHECIDO

A Arte de Ser Feliz



OUVE um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco.

Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar.
Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz. HOUVE um tempo em que a minha janela dava para um canal.

No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê- las?

Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

HOUVE um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda.
À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças.

E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, por que isso foi muito longe, num idioma difícil.

Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, a às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

HOUVE um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco.

Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.

Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

MAS, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
AUTOR DESCONHECIDO