terça-feira, 5 de maio de 2009

Quando Deus diz não...



Mesmo se nos reservamos o direito a dizer não, dificilmente aceitamos essa palavrinha quando acreditamos que podemos obter alguma coisa.
As criancinhas aprendem rápido o não, de tanto que ouvem. E é evidente que se o fazemos com as crianças é porque assim aprendemos e que sabemos que os nãos fazem parte da vida e são mesmo necessários ao nosso bem-estar e crescimento.
Os adolescentes se rebelam ante o não, dizendo eles mesmos não ao que lhes é imposto ou não concedido.
E então... chega a nossa vez, adultos, supostamente maduros e sábios. E nem sempre queremos aceitar. Das pessoas é mais fácil, pois nos consideramos mais ou menos de igual para igual, mas quando esse não vem dAquele que nos criou, não entendemos ou não queremos bem entender.
Nos rendemos aos pés do Pai com maior freqüência quando nos sentimos impotentes diante de uma situação, quando precisamos reconhecer que por nós mesmos não podemos fazer nada a não ser pedir misericórdia. São as doenças, as situações impossíveis de serem mudadas aos olhos humanos, quando precisamos de verdadeiros milagres...
E, corações sinceramente entregues, pedimos, nem sempre considerando que Deus pode responder de maneira diferente da qual esperamos. Dizemos que Ele tudo pode (e pode!), mas não consideramos o Seu coração, a Sua visão das coisas.
Assim, às vezes Deus diz não...
E essa resposta inesperada vai carregando assim todas as nossas esperanças depositadas naquelas orações, naqueles apelos profundos da nossa alma. E, quais crianças sem entendimento, arregalamos os olhos, sem impedir que nosso coração pergunte o porquê.
Coisa difícil!!! E não é difícil para uma pessoa mais que para outra, é difícil pra todo mundo, mesmo para aqueles que realmente vivem uma vida de submissão.
Aceitar uma resposta negativa de Deus é sinal de humildade e reconhecimento de que estamos na dependência dAquele que nos criou, que conhece nosso passado e nosso futuro e nosso âmago bem mais que nós mesmos, mesmo com anos e anos de psicanálise. Aceitar uma resposta negativa de Deus para qualquer área da nossa vida é ter maturidade espiritual.
Deus, quando nos diz não nos ama muito, com certeza mais que bastante e mesmo se não entendemos no momento, o melhor é nos curvar, pois nada há que Ele faça que não tenha sentido.

Letícia Thompson

A beleza da vida


Vivemos sempre em busca
Buscamos a tudo, a todo o tempo
O amor perdido, a riqueza almejada, o respeito necessário...
E o que procuramos verdadeiramente?
Não sei.
Porém, nesta corrida frenética e constante pela conquista,
cegamos-nos para o real,
Para as coisas que realmente
Fazem a diferença em nossas vidas.
Sábio é o homem
Que valoriza o comum, o habitual.
Pois é do pequeno que se chega ao grande.
Tudo o que há de grandioso
Não se concretizaria sem o pequeno;
Penso, que a verdadeira busca necessária
É a busca pelo aprendizado;
Somente através dele poderemos valorizar
O que realmente importa para nossas vidas
Porém, não há busca sem sofrimento,
Nem felicidade sem dor.
É preciso sentir a dor para gratificar-se pelo alívio.
Faça como o sábio,
Olhe para dentro de si e descubra
Que a felicidade é um estado de espírito
Sinta-se feliz
E verá a beleza da vida.
AUTOR DESCONHECIDO

domingo, 3 de maio de 2009

Grãos de areia


Somos todos tão iguais e nos vemos tão diferentes! E quando nossos sentimentos se cruzam com o que lemos ficamos surpresos...
Não somos os únicos a sentir dor; não somos os únicos a sentir medo, insegurança... não somos os únicos a temer o desconhecido, a sentir decepção, a chorar de tristeza, a ficar na dúvida, a não saber que decisão tomar e recear ter feito a escolha errada...
Sofremos mais porque nos vemos sós. Porque temos dificuldade em imaginar que outras pessoas passem por caminhos parecidos com os nossos. Porque nos fechamos no nosso quarto e em nós... nos sentimos tão miúdos que dificilmente imaginamos que fora da nossa janela outros seres sentem-se pequenininhos também, cada qual sozinho na sua dor e solidão. A auto-piedade que nos devasta, assola milhares de eus espalhados por aí.
Vistos do alto, somos apenas pequenos pontos, grãos de areia no mar da vida, tremendamente parecidos. E a chuva, quando rega a terra, não escolhe cabeça; o sol ilumina tudo por igual e a lua pode encantar qualquer um.
Somos todos sim iguais na alma, na pequenez e na grandeza; Eu choro também, me comovo, morro um pouquinho a cada dia e renasço na minha fé. Desanimo de vez em quando e ergo a cabeça logo depois; espero impaciente o nascer do dia e faço planos pro dia seguinte. Me faço mil perguntas para as quais não encontro respostas.
Somos assim, tão iguais eu e você e tantos outros!... A prova disso é que você se identifica com o que digo.
Se a emoção que aperta meu peito, aperta o peito de quem me lê, é porque somos feitos do mesmo barro. E se posso ver e crer na vitória e ultrapassar meus limites é porque todo mundo, cada um pode. Podemos conjugar todos os verbos em todos os tempos!
É verdade que o sol não nasce e não se põe pra nós no mesmo momento, mas isso não muda em nada a verdade de que somos assim maravilhosos e importantes grãozinhos de areia aos olhos de Deus.


Letícia Thompson

O ABRAÇO QUE RESGATA


Lendo a reportagem abaixo, eu quis falar com você...

Esta foto originou o artigo intitulado "O Abraço Que Resgata".
Esse artigo fala sobre a primeira semana de vida de duas crianças gêmeas. Cada uma estava numa incubadeira e uma delas não tinha perspectiva de sobrevivência.
Uma enfermeira foi contra as regras hospitalares e colocou as duas crianças juntas numa única incubadeira.Depois de colocadas juntas, a mais saudável estendeu o braço e o colocou sobre os ombros de sua irmã.
Minutos depois o coração da mais frágil teve seus batimentos estabilizados e sua temperatura foi a níveis normais. Isso vem demonstrar que já nascemos sabendo o valor do abraço.
Assim sendo:
Seja qual for o seu momento agora, sinta o meu abraço.
Se a tristeza tomou forma no seu coração, que o meu abraço possa levar-lhe alguma alegria.
Se você estiver passando por algum tipo de privação, que o meu abraço possa fazer com que você tenha Fé no dia de amanhã.
Se o Amor não tem marcado presença em sua Vida, que o meu abraço possa
dar-lhe a confiança de que ele está a caminho.
Se a solidão tem sido sua mais constante companhia, que o meu abraço
possa fazer com que você sinta-se menos só.
Se a incompreensão de alguns tem machucado você, que o meu abraço lhe
demonstre que aceito você exatamente como é.
Se ao olhar-se no espelho, você não se satisfaz com sua aparência, que o meu abraço possa demonstrar que o que vejo em você vai além das aparências e é muito belo.
Se algum tipo de moléstia está afetando você, que o meu abraço possa alcançar o seu sistema imunológico, fazendo com que suas defesas naturais se acelerem.
Se aconteceu a perda de algum ente querido, que o meu abraço consiga ser o companheiro consolador da sua saudade.
Seja qual for o seu momento agora, sinta o meu abraço e lembre-se de Deus, grande arquiteto que nos fez.
Neste momento Ele está presente.
Na verdade, Somos Três!

Silvia Schmidt

Eu aceito um pouco mais...


Em uma cidade do interior, havia um homem que nunca se irritava
ou discutia com as pessoas.
Sempre encontrava uma saída cordial para resolver os problemas
que apareciam e cuidava para não ofender ninguém.
Morava em uma modesta pensão, onde era admirado e muito
bem quisto pela vizinhança.
Alguns amigos não se conformavam pelo fato de ele ser
tão calmo, tão controlado.
Para testar sua paciência, um dia seus companheiros combinaram
levá-lo à irritação e à discusão, numa determinada noite em que o
levariam para jantar em um restaurante da localidade.
Trataram todos os detalhes com a garçonete do restaurante,
que seria responsável pelo atendimento à mesa
reservada para aquela ocasião.
A garçonete chegou ao seu lado e ele, prontamente, levou seu prato
em direção à garçonete a fim de facilitar-lhe a tarefa de servi-lo.
Mas, ela serviu a todos os demais e, quando chegou a vez dele,
foi para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio que ela retornasse por ali.
Quando ela se aproximou novamente para recolher os pratos, ele levou outra
vez seu prato em sua direção que, novamente, distanciou-se, ignorando-o.
Após servir a todos os demais, passou junto a ele, acintosamente, com a sopeira
fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído
a tarefa, e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído.
Todos o observavam discretamente para ver a sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou fingindo
impaciência, e disse-lhe:
- O que o senhor deseja?
Ao que lhe respondeu, óbviamente:
- A senhora não me serviu a sopa.
Ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o:
- Servi sim, senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo, e
ficou pensativo por alguns segundos.
Todos pensaram que ele iria brigar.
Ficou aquele suspense e silêncio total.
Mas, o homem surpreendeu a todos que estavam presentes
ali naquele lugar. Ponderando tranquilamente:
- A senhorita serviu sim. Desculpe-me, mas, eu aceitaria
um pouco mais!
Os amigos, frustados, por não conseguir fazê-lo discutir e
se irritar com a moça, terminaram o jantar convencidos de que
nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura e a calma.
Seria maravilhoso se todas as pessoas agissem sempre com discernimento
em vez de reagir com irritação e impensadamente.
Para o protagonista principal dessa história nada importava quem estava
com a razão e, somente, importava evitar as discussões desgastantes e
improdutivas que dela ocorreriam.
Quem age assim sai ganhando. Para que brigar se você pode resolver
as coisas pacificamente. Use a inteligência e o bom senso.
A pessoa que se irrita por qualquer coisa aspira o tóxico que exterioriza
em volta e envenena a si mesma.

AUTOR DESCONHECIDO

LIÇÃO DO JACARE


Alguns anos atrás, em um dia quente de verão, um pequeno menino decidiu ir nadar no lago que havia atrás de sua casa.
Na pressa de mergulhar na água fresca, foi correndo e deixando para trás os sapatos, as meias e a camisa. Voou para a água, não percebendo que enquanto nadava para o meio do lago, um jacaré estava deixando a margem e entrando na água.

Sua mãe, em casa, olhava pela janela enquanto os dois estavam cada vez mais perto um do outro. Com medo absoluto, correu para o lago, gritando para seu filho tão alto quanto poderia. Ouvindo sua voz, o pequeno se alarmou, fez um giro e começou a nadar de volta para sua mãe. Era tarde. Assim que a alcançou, o jacaré também o alcançou. Da doca, a mãe agarrou seu menino pelos braços enquanto o jacaré arrebatou seus pés.

Começou um cabo-de-guerra incrível entre os dois. O jacaré era muito mais forte do que a mãe, mas a mãe era por demais apaixonada para deixa-lo ir.
Um fazendeiro que passava por perto, ouviu os gritos, pegou uma arma e disparou no jacaré.
De forma impressionante, após semanas e semanas no hospital, o pequeno menino sobreviveu. Seus pés extremamente machucados pelo ataque do animal, e, em seus braços, os riscos profundos onde as unhas de sua mãe estiveram cravadas no esforço sobre o filho que ela amava.

Um repórter de jornal que entrevistou o menino após o trauma, perguntou-lhe se podia mostrar suas cicatrizes. O menino levantou seus pés. E então, com óbvio orgulho, disse ao repórter,
- Mas olhe em meus braços. Eu tenho grandes cicatrizes em meus braços, também. Eu as tenho porque minha mãe não deixou eu ir.
Você e eu podemos nos identificar com esse pequeno menino. Nós também temos estas cicatrizes.

Não, não a de um jacaré, ou qualquer coisa assim tão dramático. Mas as cicatrizes de um passado doloroso, algumas daquelas cicatrizes são feias e causam-nos profundo pesar. Mas, algumas feridas, meu amigo, são porque Deus se recusou a nos deixar ir. E enquanto você se esforçava, Ele estava lhe segurando.

AUTOR DESCONHECIDO

Milho Bom


Esta é a história de um fazendeiro que venceu o prêmio "milho-crescido".

Todo ano ele entrava com seu milho na feira e ganhava o maior prêmio.

Uma vez um repórter de jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivou o milho.

O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do milho dele com seus vizinhos.

"Como pode você se dispor a compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano ?" - perguntou o repórter.

Por que ?"

- disse o fazendeiro,

- "Você não sabe ?

O vento apanha pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo.

Se meu vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade de meu milho.

Se eu for cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a cultivar milho bom".

Ele era atento às conectividades da vida.

O milho dele não pode melhorar a menos que o milho do vizinho também melhore.

Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz.

Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem.

E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a achar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.

A lição para cada um de nós se formos cultivar milho bom, nós temos que ajudar nossos vizinhos a cultivar milho bom.

AUTOR DESCONHECIDO

OBRIGADA JESUS!!!



Chega a ser divino acordar
acreditando, sentido a alegria de estar vivo.
Ver a esperança tornando-se real,trazendo
a alegria tão esperada ao feliz coração!
Lágrimas de emoção, perfumando o rosto,
lavando os olhos, tornando o corpo altivo!
Sentir que vale a pena, persistir sempre
mesmo sofrendo, ter o bem alegrando
os angustiados, tristes sem esperança
mostrando,que existem sempre grandes
motivos e caminhos para não desistir!
Soberana é a Luz Divina
que jamais se apaga…
Irradiando Amor, força, coragem
à esperança, que se tornará realidade
acreditando no amanhã tão esperado
AUTOR DESCONHECIDO

Ide por todo o mundo...

Como poderei, eu, ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda a criatura sem sair da minha cidade, do meu país? Como cumprir minha missão se não estou preparada, se não recebi chamado especial, se não sei, como tanta gente, falar abertamente desse amor imenso que resgata nossa alma para todo o sempre?
Como, Senhor, se não conheço meus dons ou se eles me parecem tão insignificantes?
Por que muita gente se pergunta essas coisas é que não sai do seu lugar, não age. Sentam-se nos bancos das igrejas a cada domingo e quando se fala em missões, pensam nos inúmeros missionários espalhados pelo mundo, sem que um momento sequer passe pela suas cabeças que essas palavras de Jesus não foram dirigidas a uma classe especial de pessoas, mas a todos aqueles que compreederam o plano da salvação. Não somos, por certo, responsáveis pela salvação de ninguém, nem mesmo dos nossos filhos, mas somos sim, responsáveis quando se trata de divulgar as Boas Novas.
Cada Cristão é um missionário por inteiro, com seus dons e maneira de viver. E mesmo se nossa condição de vida nos impede de sair de casa para gritar ao mundo que Jesus restabelece o contato do homem com Deus, podemos ainda assim, ser missionários.
Outras pernas irão no nosso lugar, outras bocas falarão, outras vidas testemunharão. Através das nossas orações e dons materiais para o sustento dos missionários que vão de um lugar para outro, estamos participando da pregação e divulgação do Evangelho por toda a terra.
A cada um de nós foi dado um dom diferente. E é a junção de todos os dons que completa conosco o trabalho que Cristo começou há dois mil anos.
Jesus não está mais fisicamente presente entre nós. E somos nós, como nossa vida e ações nos dias que hoje que falamos por Ele, que nos fez missionários independente da nossa condição de vida. Somos todos, por princípio, missionários de Deus na terra.
Diz a Bíblia que se não falarmos, as pedras clamarão. Se cada um fizer a sua parte, por mínima que seja, mas portanto, importante aos olhos de Deus, as pedras não terão necessidade de clamar.
Cada um de nós deve ser uma luz no mundo.
Viva de maneira que sua lâmpada esteja sempre acesa; aja de maneira que outros possam ser iluminados através de você.
Que Deus te abençoe!

Letícia Thompson

Nascente de Fé


O nascer do rio é sempre algo estranho e complexo de se entender e de se perceber:
A água começa a brotar num lugar pequeno e longínquo e principia a jorrar “do nada".
Temos, então, uma fonte de água; uma fonte que acima de tudo é de muita energia e pureza. Essa água começa a seguir um caminho e passa por diversos lugares inimagináveis; vai deslizando por entre rochas e pedras, ultrapassando barreiras difíceis e continua correndo.
Quando menos se espera, lá está um belo córrego, um belo rio, um enorme desaguar. Esse lugar em breve se tornará um grande lago, com uma bela flora em sua margem. Seu curso dará vida a diversas espécies de peixes que alimentarão homens e animais e saciarão a sede de muitos seres que aproveitarão de sua energia para crescer, procriar, se purificar e tantos outros benefícios que conseguirem extrair da pureza da água que anteriormente brotou .
A vida de todos é como uma nascente: se a ti foi dada a oportunidade de renascer, de reencarnar, então usa tua vida para evoluir e crescer, multiplicar-te em benefícios a ti e a outros que irão se apoiar em tua formação.
Se souberes fazer de tua vida uma nascente pura de fé, um rio de amor para com Jesus, um lago imenso para os que te cercam, conseguirás trazer muitos a tua volta para se beneficiarem de tua energia e de teu saber, mutuamente.
Ajuda teu próximo assim como gostarias que fosses ajudado, caso estivesses necessitado de um apoio ou de uma orientação.
O teu crescimento, hoje e sempre, será determinado pelo teu desejo de mudar e de aprender.
Aproveita cada momento que te é dado para o teu crescimento espiritual e verás o quanto será bom para tua jornada.
Fé, crença e amor, paciência e sacrifício: tudo isso junto te fortalece para o amanhã e muitos irão se espelhar em ti; segue com teus ideais, hoje e sempre.
Fica na paz do Cristo.
(Teobaldo)

MURO DA SEPARAÇÃO(Colossenses 3:13)



O muro de Berlim foi erguido em agosto de 1961 e derrubado em novembro de 1989. Foram 28 anos de separação. Mas o muro não dividia inimigos, e sim irmãos. Separava pessoas da mesma família, da mesma raça. Muros são erguidos quando não falamos mais com determinada pessoa. A amizade foi quebrada, o respeito já não existe e a comunicação foi interrompida. Dentro de casa, um muro começa a ser construído entre marido e mulher, filhos e pais, irmãos e irmãs. Um muro é construído quando a mágoa é guardada, quando o direito é desrespeitado, ou quando a compreensão, a gentileza e o amor são trocados por desejos egoístas. Não suba ainda mais a altura do muro com sua indiferença! Não construa cercas de metal com sua inflexibilidade! Não coloque barreiras de arame farpado com palavras que podem ferir e magoar! Ao contrário, retome o caminho do diálogo, reate a comunhão perdida, destruindo por completo as barreiras da separação. É possível derrubar o muro. Não com picaretas e máquinas pesadas. Podemos derrubar o muro da inimizade, do ódio, da incompreensão, da divisão, com o instrumento do perdão! Siga o conselho de Deus: "Cada um deve perdoar o outro, do mesmo modo que o Senhor Jesus perdoou vocês."
AUTOR DESCONHECIDO